Concurso Polícia Federal: o que faz um Papiloscopista da PF?

Concurso Polícia Federal ofertará 84 vagas para Papiloscopista. Saiba mais sobre o cargo.

Concurso Polícia Federal: o que faz um Papiloscopista da PF, viatura da PF

Cargo de Papiloscopista é uma opção para quem tem nível superior. - Foto: André Gustavo Stumpf/ Flickr

O concurso Polícia Federal está previsto para o primeiro semestre de 2021. Foi informado que serão 1,5 mil vagas, sendo 84 para o cargo de Papiloscopista da Polícia Federal (Papiloscopista da PF). Portanto, descubra o que faz um Papiloscopista, sua remuneração, o que estudar e até a concorrência por vaga.

Quanto ganha um Papiloscopista da PF

No último concurso Polícia Federal, realizado em 2018, o Papiloscopista da PF tinha remuneração de R$ 11.983,26. Portanto, espera-se que os valores sejam semelhantes para 2021, com possibilidade de leves reajustes.

Carga horária do Papiloscopista da PF

O Papiloscopista da Polícia Federal possui uma carga horária de 40 horas semanais. O regime é em tempo integral e com dedicação exclusiva.

Requisitos para ser Papiloscopista da PF

O cargo de Papiloscopista da PF exige que o candidato tenha diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso superior em nível de graduação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.

Ainda é necessário cumprir a lista de requisitos a seguir:

  • Ser aprovado no concurso público e não ter sido eliminado na investigação social;
  • Ter a nacionalidade brasileira ou portuguesa e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar dentro das normas do estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses;
  • Estar em dia com os direitos políticos;
  • Estar quite com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino;
  • Estar em dia com a Justiça Eleitoral;
  • Possuir carteira de identidade civil, além de CNH categoria “B”;
  • Ter idade mínima de 18 anos, estando completos na data de matrícula no Curso de Formação Profissional;
  • Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo.

O que faz um Papiloscopista da PF?

O Papiloscopista da Polícia Federal tem como atribuição:

  • Executar, orientar, supervisionar e fiscalizar os procedimentos de coleta, revelação, levantamento e armazenamento de fragmentos e impressões papilares, exames e laudos oficiais papiloscópicos, representação facial humana;
  • Operação e gestão de bancos e sistemas automatizados de identificação civil e criminal;
  • Assistir à autoridade policial;
  • Desenvolver estudos na área de papiloscopia;
  • Conduzir veículos automotores; cumprir medidas de segurança orgânica;
  • Desempenhar outras atividades de natureza policial e administrativa, bem como executar outras tarefas que lhe forem atribuídas.

Concorrência do cargo de Papiloscopista da PF

No concurso Polícia Federal de 2018, o cargo de Papiloscopista da PF teve 6.452 inscritos. Como foram ofertadas 30 oportunidades, a concorrência foi de 215,07 candidatos por vaga. Os detalhes completos da demanda estão no site do Cebraspe.

O que estudar para a prova de Papiloscopista da Polícia Federal

O cargo de Papiloscopista da Polícia Federal deverá ter provas objetivas, discursivas, teste físico, avaliação médica e um Curso de Formação Profissional. As matérias que caem nas provas escritas estão na lista a seguir:

  • Língua Portuguesa;
  • Noções de Direito Administrativo;
  • Noções de Direito Constitucional;
  • Noções de Direito Penal e de Direito Processual Penal;
  • Legislação Especial;
  • Estatística;
  • Raciocínio Lógico;
  • Informática;
  • Arquivologia;
  • Biologia;
  • Física;
  • Química.

Além das disciplinas para estudar, separamos links de provas que podem ser úteis para você se preparar:

Carlos Rocha
Redator
Jornalista formado (UFG), atualmente redator no site Concursos no Brasil. Foi roteirista do Canal Fatos Desconhecidos (YouTube) por um ano e meio. Produziu conteúdo de podcast para o Deezer. Fez parte da Rádio Universitária (870AM) por três anos e meio como apresentador no Programa Fanático e como repórter, narrador e comentarista da Equipe Doutores da Bola. Fã de futebol, NFL e ouvinte de podcast.

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