Concurso Aeronáutica (EA CFS): Curso de Formação de Sargentos

Aeronáutica abre vagas no Curso de Formação de Sargentos (EA CFS 2/2020). Taxa de inscrição custa R$ 60,00.

A Aeronáutica do Brasil abriu as normas de âmbito nacional para a ocupação de 252 vagas no Exame de Admissão ao Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica para o Segundo Semestre do ano de 2020 (EA CFS 2/2020), regido pelo edital 14/2019.

As vagas estão distribuídas entre as seguintes áreas: Comunicações, Foto Inteligência, Guarda e Segurança, Eletricidade e Instrumentos, Estrutura e Pintura, Meteorologia, Suprimento, Informações Aeronáuticas, Bombeiro, Cartografia, Desenho, Eletromecânica, Metalurgia e Controle de Tráfego Aéreo. 

Inscrições 

As inscrições começam no dia 05 de agosto, às 10h, e terminam no dia 30 do mesmo mês, às 15h, no link sobre o processo seletivo da Aeronáutica. A taxa é de R$ 60,00. 

Provas

O processo seletivo é composto de provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Física, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental. As provas escritas estão previstas para o dia 17 de novembro de 2019.

Curso de Formação

Os aprovados em todas as etapas do exame de admissão e selecionados pela Junta Especial de Avaliação (JEA) deverão se apresentar na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá (SP), no dia informado no edital, para habilitação à matrícula no Curso, que terá duração aproximada de dois anos.

Após a conclusão do curso com aproveitamento, o aluno será promovido à graduação de Terceiro-Sargento e será distribuído e classificado em alguma das Organizações Militares do Comando da Aeronáutica, localizadas em todo o território nacional, de acordo com a necessidade da administração.

Validade

Os aprovados devem ficar atentos ao calendário de eventos, pois o prazo de validade do concurso se encerra em cinco dias corridos, a contar da data subsequente à realização da concentração final.

Dicas para as provas do CFS

Física - Gravitação universal, campo gravitacional e as Leis de Kepler do movimento planetário

Partindo da necessidade de identificar períodos de plantio e colheita para desenvolver a agricultura, os seres humanos começaram a observar o céu em busca de algo que pudesse ser uma referência segura. Eles perceberam então o movimento regular de alguns astros e isso possibilitou o conhecimento e utilização de certas noções de tempo e, portanto, de épocas do ano.

Do Geocentrismo ao Heliocentrismo muito mudou, sendo lançada nesse meio-tempo a base para milhares de outras descobertas, leis e teorias a respeito do movimento planetário. Neste artigo, veja um resumo sobre importantes conceitos da física, como campo gravitacional, a Lei da Gravitação Universal e as Leis de Kepler.

Por muitos anos acreditava-se que os outros planetas, incluindo o Sol, giravam em torno da Terra.

Este modelo, chamado de Geocêntrico, foi objeto de estudo por muito tempo visto que apresentava diversas falhas.

No entanto, no século XVI o astrônomo e matemático polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) apresentou o modelo Heliocêntrico, explicando que na realidade os planetas descreviam órbitas circulares em torno do Sol.

Ao longo do século XVI, o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546-1601) catalogou as posições dos planetas. Com base nesse importante estudo, o astrônomo, astrólogo e matemático alemão Johannes Kepler (1571-1630) enunciou, no século XVII, as três leis que regem o movimento dos astros, as quais ficaram conhecidas como Leis de Kepler.

Primeira Lei de Kepler
A 1ª Lei diz respeito às órbitas dos planetas. Nela, o astrônomo afirma que os astros giram em torno do Sol fazendo um movimento elíptico, diferentemente do movimento circular anteriormente proposto por Copérnico.

Dá-se o nome de Periélio ao ponto de maior aproximação e Afélio ao ponto mais distante.

Segunda Lei de Kepler
A 2ª lei diz que "o segmento que une um planeta ao Sol descreve áreas iguais em intervalos de tempo iguais". Portanto, a velocidade do astro ao longo do movimento orbital varia, sendo maior quando ele está próximo do periélio e menor quando está próximo do afélio.

Terceira Lei de Kepler
A 3ª Lei diz que "os quadrados dos períodos dos planetas são proporcionais ao cubo do raio médio das elipses de suas trajetórias", tendo como resultado uma constante k, que é a mesma para todos os astros.

Esta é a razão pela qual quanto mais distante um planeta estiver do Sol, mais tempo ele demorará para completar o processo de translação.

Lei da Gravitação Universal
Partindo para um outro astrônomo, mas ainda abordando um conceito relacionado ao movimento planetário, agora vamos falar sobre as considerações de Isaac Newton (1643-1727).

Observando o movimento da Lua, ele concluiu que a força responsável por manter o astro em órbita é semelhante à exercida pela Terra sobre corpos próximos a ela.

Com base nessas observações, ele criou a Lei da Gravitação Universal. Essa lei diz que "dois corpos se atraem segundo uma força que é diretamente proporcional a suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separa".

Isso pode ser representado pela seguinte fórmula:

g = GM/R²

Onde:

g = aceleração da gravidade na superfície do astro
G = constante universal da gravitação (6,67 x 10¯¹¹ Nm²/kg²)
M = massa do astro
R = raio do astro

Usando essa equação, é possível determinar a intensidade do campo gravitacional de quaisquer corpos.

Para medir a aceleração da gravidade com respeito a um astro, é possível utilizar a seguinte fórmula:

g(h) = g (R/R + h)²

Onde:

g(h) = aceleração da gravidade a uma distância h do astro
g = aceleração da gravidade na superfície do astro
R = raio do astro

Campo gravitacional
É chamada de campo gravitacional a região de perturbação que quaisquer corpos que possuem massa geram ao seu redor, possibilitando assim a interação com outros corpos.

Em outras palavras, um corpo exerce atração sobre outros corpos, sendo essa atração representada pelo seu campo gravitacional.

Português - Prefixos e marcadores no inglês

Os prefixos, os sufixos e os marcadores no inglês geram diversas dúvidas nos estudantes, você sabe o que é e como usa-los? Veja mais a seguir e aprenda agora mesmo!

Os prefixos e sufixos no inglês

Assim como os outros idiomas, o inglês é formado por palavras de origens diversas, boa parte destas palavras é formada por derivações que são feitas a partir de prefixos ou sufixos. Uma das principais estratégias utilizadas para o domínio da língua inglesa é o reconhecimento de padrões de prefixos e sufixos, visando descobrir o significado destas palavras no contexto em que estão inseridas.

Os prefixos são aqueles que vêm antes da palavra. Os principais prefixos no inglês são:

Anti (dá sentido de contra): antibiotic, antidote, anti-war;

Bi (dá sentido de duplicação): bicycle, bilingual, biconvex;

Dis (dá sentido de oposto, negação ou contrário): dislike, disable, dismont;

Ex (dá sentido de passado): ex-friend, ex-husband, ex-work;

In, Im, ir (dá sentido de negação): incorrect, impossible;

Inter (dá sentido de entre): Interact. Interchange, interaction;

Mid (dá sentido de metade): midday, midfade, midfield;

Non (dá sentido de negação): nonallergic, nonacid;

Under (dá sentido de subposição): undersea; undertale; undercooked.

Estes são apenas alguns exemplos dos prefixos no inglês, com o passar do tempo e com o domínio da língua você perceberá uma infinidade deles.

Já os sufixos são aqueles que vêm depois da palavra. Os principais sufixos no inglês são:

Ness (indica estado ou qualidade): sickness, hardness, selfishness;

Full (indica grande quantidade): artful, hopeful, powerful;

Less (indica alguma falta): colorless, painless, topless;

Able ou ible (formam verbos): Acceptable, Breakable, Responsible;

Est (indica que é mais ou maior): biggest, fastest;

Ly (formam advérbios): Actually, Carefully, Finally;

Hood (indica o estado de um ser ou objeto): Boyhood, Neighborhood, Motherhood.

Marcadores no inglês

Já os marcadores na língua inglesa são também chamados de conectores e é um tema recorrente em diversas provas e concursos. Os marcadores são palavras que dão ideia de adição, causa, consequência, tempo, sequência e etc em um discurso.

Na maioria das vezes só é identificado os marcadores básicos, como por exemplo: but (significa “mas”, dá a ideia de diferença) e and (significa “e”, dando a ideia de adição).

Porém, observe que but pode ser facilmente substituído por:

Nevertheless (mesmo assim);

However (porém, entretanto, contudo);

Although/ even thoug (apesar disso);

While (enquanto);

Yet (ainda assim)

On the other hand (por outro lado).

Essas palavras são os conectores e em uma frase, o que muda é a posição em que ele fica (o sentido permanece o mesmo).

Observe os exemplos a seguir:

I need to learn how to cook, but it's difficult.

Learn how to cook it’s difficult, yet a need.

Learn how to cook it’s difficult, nevertheless a i need learn.

Ou seja, os conectores podem ser identificados de diversas formas e existem inúmeros conectores que podem dar sentido a uma única frase (os mais comuns em discursos são by the way, on the other hand, in addition e etc).

A dica é consultar tabelas de conectores (como essa aqui, elaborada pelo professor Ricardo Schütz) e ir se familiarizando aos poucos com o assunto.

Saiba mais - Apostila Aeronáutica Sargentos EA CFS 2020

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