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Concurso CRM - MA 2017: Edital e Inscrição

Conselho Regional de Medicina do Maranhão abre mais de 200 vagas para profissionais de níveis fundamental, médio e técnico.

Publicado em Comunicar erro

Sob a responsabilidade da Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da UFMA (FSADU), o Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA) atualizou o edital n°001/2016 do concurso público que tem a finalidade de preencher mais de 200 vagas.

De acordo com retificação publicada, foi alterada a data inicial de abertura das inscrições e agora os interessados deverão fazer suas inscrições em um dos endereços da internet da FSADU (www.fsadu.org.br ou www.sousandrade.org.br), no período de 23 de janeiro a 13 de fevereiro de 2017.

Do total de oportunidades, apenas 38 vagas são para contratação imediata, enquanto que as demais se destinam à composição de cadastro reserva em cargos de níveis fundamental, médio e técnico. Os salários podem chegar a até R$ 1.900,00 em jornadas semanais de 40 horas.

Cargos e lotação
As ofertas são para os cargos de Assistente Administrativo, Auxiliar Administrativo, Motorista, Recepcionista, Técnico de Contábil, Técnico de Informática e Porteiro.  Os contratados serão lotados em São Luís, Açailandia, Bacabal, Caxias, Chapadinha, Codó, Imperatriz e Santa Inês.

Apostilas para os cargos do concurso CRM - MA 2017

Taxa de inscrição
-R$ 40,00 para cargos de nível fundamental;
-R$ 60,00 para cargos de nível médio.

Provas
A prova objetiva terá a duração de quatro horas e será aplicada na data provável de 12 de março de 2017. Os locais de realização serão divulgados no Período de Confirmação de Inscrição indicado no Calendário de Eventos, no Site Oficial do Concurso Público.

Gabaritos
A divulgação do gabarito oficial da prova objetiva sairá no dia seguinte ao da aplicação.

Validade
O prazo de validade do concurso será de dois anos, contado a partir da publicação oficial da homologação do Resultado Final Após Fase Recursal, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério do CRM-MA.

Edital e suas futuras atualizações: https://www.fsadu.org.br/c/1236/info.php

***

Dicas para o concurso do CRM - MA 2017 (assuntos de prova)

Análise Combinatória e Probabilidade

A análise combinatória é uma disciplina com o objetivo de contar possibilidades em um grupo finito de objetos. Por exemplo, dado que você tenha um certo grupo com N objetos você pode tentar formar um agrupamento com p objetos (p≦N). Quantos agrupamentos diferentes podem ser formados? Essa é uma pergunta que a Análise Combinatória pode fazer.

Os três principais tipos de agrupamentos são os arranjos, combinações e permutações.

Arranjos

Arranjos são agrupamentos nos quais a ordem dos seus elementos faz a diferença. Eles podem ser simples ou com repetição.

Arranjo simples

Imagine que você tem três esferas com os números 1, 2 ou 3 escritos nelas. Você quer sortear duas de modo a formar um número com dois dígitos, onde o primeiro (segundo) número sorteado será a dezena (unidade) deste número. Por exemplo, ao sortear 2 e depois 3 o número obtido é 23. Quais os possíveis números com 2 dígitos que podem ser formados dessa forma?

Se listarmos as opções teremos: 31, 32, 13, 12, 21, 23. Esse é um arranjo simples, pois a ordem dos elementos é importante e nenhum elemento é repetido.

Em geral, dado um número n de elementos dos quais sortearemos p (p≦n) estamos interessados em saber o número de opções que podem ser formadas. Isso é descrito como o arranjo simples de n objetos, p a p. No caso do exemplo: n=3, p=2 e o número de opções é 6. Em um caso mais geral o número de opções pode ser calculado como:

 

Onde o símbolo “!” indica o fatorial do número. Por exemplo: 5! = 5x4x3x2x1.

Arranjo com repetição

No caso do arranjo com repetição novamente nos importamos com a ordem dos elementos, mas agora um mesmo elemento pode ser sorteado mais de uma vez. No exemplo anterior onde os “objetos” sendo sorteados são as esferas com os números 1, 2 e 3 as opções no arranjo com repetição serão: 31, 32, 13, 12, 21, 23, 11, 22, 33.

Dado um número n de elementos dos quais sorteamos p (p≦n), com repetição, quantas opções de arranjo com repetição existem? No caso do exemplo: n=3, p=2 e o número de opções é 9. Em um caso mais geral o número de opções pode ser calculado como:

 

Combinações

Combinações são agrupamentos nos quais a ordem dos seus elementos não é importante. Eles podem ser simples ou com repetição.

Combinação simples

Suponha que você continua com as três esferas com os números 1, 2 ou 3 escritos nelas e você vai, novamente, sortear duas. Mas agora você não se importa com a ordem. Ou seja, sortear 1 e 3 é equivalente a sortear 3 e 1. Neste caso quais os possíveis elementos sorteados?

As opções serão: {31}, {32}, {21}. Essa é uma combinação simples, pois a ordem dos elementos não é importante e nenhum elemento é repetido.

Em um caso geral onde se tem n elementos dos quais sortearemos p (p≦n), sem levar em conta a ordem em que os elementos são sorteados o número de opções será:

 

 

No caso do exemplo, n=3, p=2 e o número de opções é 3.

Combinação com repetição

Se um mesmo elemento puder ser sorteado mais de uma vez teremos uma combinação com repetição. No caso do exemplo as opções passariam a ser: {31}, {32}, {21}, {11}, {22}, {33}.

 

Em um caso geral onde se tem n elementos dos quais sortearemos p (p≦n), com repetição o número de opções será:

 

No caso do exemplo, n=3, p=2 e o número de opções é 6.

Permutações simples

Considere que há três pessoas (que vamos chamar de A, B e C) que vão entrar em uma fila. De quantas maneiras distintas essas pessoas podem ser ordenadas na fila? Essas reorganizações são chamadas de permutações. As opções seriam: ABC, ACB, BAC, BCA, CAB, CBA.

Note que as permutações são equivalentes a arranjos simples para o caso especial onde n=p. Então para o caso geral de n elementos o número de permutações possíveis será:

...............................................................................................................................

Probabilidade de um evento

Ao jogar um dado você pode obter 6 números. Se você tivesse que apostar entre as opções: “o número obtido será par” e “o número obtido será igual a 3”, qual seria a opção escolhida? Intuitivamente sabemos que é mais provável que a primeira opção aconteça, afinal de contas ela será verdadeira se obtivermos 2, 4 ou 6, enquanto a segunda só será verdadeira se obtivermos o número 3. Mas como podemos quantificar essa informação? É isso que a probabilidade busca fazer.

Há dois conceitos importantes para o cálculo de probabilidades:

Experimento aleatório

É um experimento cujo resultado pode mudar a cada vez que ele é repetido, os resultados ocorrem ao acaso. Por exemplo, a cada vez que jogamos o dado podemos encontrar qualquer um dos 6 números. Saber qual o número obtido na rodada anterior não ajuda a saber qual o número que será obtido na próxima.

Espaço amostral

É o nome dado ao conjunto de todos os possíveis resultados de um experimento aleatório. Por exemplo, no experimento aleatório de ”jogar o dado” o espaço amostral é:

S = {1,2,3,4,5,6}

Um espaço amostral de experimento aleatório onde todas as possibilidades são igualmente prováveis é chamado de espaço amostral equiprovável. Nessa situação a probabilidade de um evento A acontecer é dada por:

P(A) = (número de elementos de A)/(número de elementos de S)

A probabilidade de um evento é sempre um número entre 0 (zero) e 1 (um), sendo que quanto mais próximo de 1 maior a chance do evento acontecer ao se realizar o experimento aleatório.

Vamos voltar a pergunta inicial, ao jogar um dado é mais provável que “o número obtido seja par” (evento A) e “o número obtido seja igual a 3” (evento B)?

O espaço amostral desse experimento aleatório é S = {1,2,3,4,5,6} e, portanto, possui 6 elementos.

O evento A consiste em A={2,4,6}, logo possui 3 elementos.

O evento V corresponde a B = {3}, com um único elemento

Portanto:

P(A) = (número de elementos de A)/(número de elementos de S) = 3/6 = 1/2

P(B) = (número de elementos de B)/(número de elementos de S) = 1/6

Como ½ é maior que 1/6 o evento A é mais provável que o evento B. E agora sabemos que e três vezes mais provável que o evento A aconteça do que o evento B: P(A) = 3.P(B).

Tópico: CRM

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