Concurso CODEMIG

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais abre vagas para profissionais de nível médio/técnico e superior, com salários de até R$ 6.708,73.

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG) lançou o edital n° 01/2017 de concurso público destinado a selecionar candidatos a cargos de nível médio/técnico e superior, além da formação de cadastro de reserva. O certame será executado sob a responsabilidade da FUNDEP.

São ofertadas 13 vagas imediatas para os cargos de Assistente Administrativo, Técnico de Tecnologia da Informação, Analista da Administração, Analista de Compliance, Analista de Pessoal, Analista de Geoprocessamento, Analista de Suprimentos, Arquiteto, Auditor, Contador, Engenheiro Civil, Engenheiro de Instalações, Engenheiro Orçamentista, Secretária Executiva, Analista de Sistemas, Analista de Tecnologia da Informação. O salário disponível varia de R$ 3.116,38 a R$ 6.708,73, em regime de trabalho de 40 horas semanais.

Apostilas Codemig - Assistente Administrativo - Nível superior completo (comum a todos)

Os interessados deverão realizar suas inscrições do dia 29 de novembro a 28 de dezembro de 2017, via internet, através do site da FUNDEP (http://www.gestaodeconcursos.com/), ou de forma presencial, na Gerência de Concursos da FUNDEP, situada na Avenida Presidente Antônio Carlos, 6627, Unidade Administrativoa II, 3° andar, Campus Pampulha da UFMG, em Belo Horizonte. A taxa de inscrição será de R$ 60,00, para nível médio/técnico e R$ 90,00 para nível superior.

O processo de seleção consistirá em prova objetiva de múltipla escolha e prova discursiva, aplicadas na cidade de Belo Horizonte na data prevista de 28 de janeiro de 2018. 

A validade do certame será de dois anos, a contar da data de publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da CODEMIG.

Fonte: http://www.codemig.com.br/rh/concursos/concurso-012017/

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Dicas para as provas da CODEMIG: Verbos

Desde muito cedo, aprendemos na escola que - para a gramática normativa - os verbos são palavras que indicam ações que fazemos no nosso dia a dia. Para formar orações, são necessários verbos. Para criar sentenças, textos, imperativos e desejos, são necessários os verbos. Eles fazem parte da nossa linguagem plena, seja no modo formal ou informal da fala e da escrita.

Dito isto, podemos seguramente dizer que, de fato, "no princípio era o verbo", pois é uma categoria gramatical essencial para a comunicação humana, se não em qualquer língua, pelo menos na imensa maioria delas... Em português, diversos são os tipos de verbos: regulares, irregulares, auxiliares, abundantes, anômalos, defectivos. As principais conjugações verbais (formas de "dizer" o verbo) são aquelas terminadas em -ar, -er e -ir.

Veja alguns desses tipos verbais.

Verbos regulares

É comum utilizar diversos tipos de verbos no cotidiano. Os verbos regulares, por exemplo, são aqueles que não variam o radical ou sua desinência. Ou seja, a "base ou eixo da palavra" (que a gramática chama de "radical") continua intacta.

O verbo dançar é um exemplo: o radical é "danç" e este se mantém inalterado, independente da conjugação que se deseje expressar.

Observe a conjugação no tempo presente: eu danço/ tu danças/ ele dança/ nós dançamos/ vós dançais/ eles dançam. Perceba que o radical não muda, mas o que vem depois desse radical indica, chamado de desinência  (parte da palavra, geralmente uma ou duas letras), indica o tempo (danç-a -> presente), a pessoa (danç-o -> primeira pessoa do singular ‘eu’), entre outros aspectos.

Verbos irregulares

Os verbos irregulares, por sua vez, sofrem alterações em suas desinências e no radical, saindo do tradicional e do usual. Não há uma fórmula prática que indique de que tipo é o verbo, é preciso observar o contexto e conhecer um pouco a "origem" da palavra verbal.

Conforme a prática e o treino, além do uso constante de verbos e seus tempos verbais, fica mais fácil definir se o verbo é regular ou não. Veja o exemplo abaixo da conjugação do verbo ‘fazer’ no pretérito perfeito: eu fiz/ tu fizeste/ ele fez/ nós fizemos/ vós fizestes/ eles fizeram. Perceba que o radical mudou completamente ("faz-er" -> f-iz).

Verbos auxiliares

Os verbos auxiliares são bem utilizados pelas pessoas na língua falada, porque são aqueles que constituem as locuções verbais ou os tempos compostos. O verbo principal da oração, quando acompanhado do auxiliar, pode vir na forma de gerúndio, particípio ou infinitivo. Por exemplo: “Estou chegando em casa” ou “Fui anexar e me distraí”.

Verbos defectivos

Já os verbos defectivos, por outro lado, são aqueles que não possuem uma conjugação completa, em todos os pronomes. Podem ser tanto impessoais, pessoais ou unipessoais.

•    Os impessoais são utilizados, na maioria das vezes, na terceira pessoa do singular. Eles não têm o sujeito. Como o verbo haver, no sentido de existir, os verbos que indicam fenômenos da natureza, o verbo fazer quando indica tempo,

•    Os unipessoais têm sujeito, mas apenas são conjugados na terceira pessoa do singular ou do plural. Os verbos importar, doer e ser podem ser considerados verbos afectivos.

•    Os verbos pessoais são aqueles que podem trazer mal-entendidos nos contextos, por isso, não apresentam certas flexões, como verbo falir, que na sua conjugação do presente ficaria ‘eu falo’, confundindo com o verbo ‘falar’.

Verbos anômalos

Os verbos anômalos não deixam de ser verbos irregulares, uma vez que possuem mais de um radical na conjugação dos tempos verbais, como acontece com o verbo pôr, que pode ser conjugado como ‘ponho’, ‘pôs’, ‘punha’ e ‘pus’.

Verbos abundantes

Também há na Língua Portuguesa os verbos abundantes, que são aqueles que podem ser duplos, mas representarem o mesmo "valor", isto é, o mesmo “significado”. Exemplo clássico é o verbo "haver", que no passado se grafava havemos e hemos. Geralmente, as formas verbais abundantes mais se verificam no particípio, tais como os verbos anexar (anexo/anexado), aceitar (aceito/aceitado), desenvolver (desenvolvido/desenvolto), erigir (erigido/erecto), entre diversos outros. O radical permanece o mesmo, na maioria dos verbos abundantes.

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