Governo - DF nomeia 159 professores da educação básica

Os nomeados têm até o mês de março para apresentar a documentação exigida para a posse.

O Governo do Distrito Federal nomeia 159 professores da educação básica, aprovados em concurso de 2013, para ocupar vagas abertas por aposentadoria, falecimento ou exoneração.

Os nomeados têm até o mês de março para apresentar a documentação exigida para a posse. Após esse procedimento, eles têm mais cinco dias para começar a trabalhar, uma vez definida pela secretaria a regional de ensino na qual serão lotados — no ato da posse, os docentes podem indicar um local de preferência, mas ele só será confirmado se preencher uma carência definitiva da rede pública.

Do total de nomeados, 22 são para artes visuais, 27 para educação física, 6 para enfermagem (curso técnico), 7 para filosofia, 3 para física, 20 para geografia, 5 para história, 5 para língua espanhola, 39 para língua inglesa, 5 para língua francesa, 4 para língua portuguesa, 4 para nutrição (curso técnico), 4 para química e 8 para sociologia.

Esta é a segunda nomeação de professores efetivos em 2016, após 69 terem sido chamados para 11 disciplinas em 7 de janeiro — dos quais 39 tomaram posse em 4 de fevereiro e 30 têm até as 18 horas de hoje para fazê-lo. Essas 69 vagas fazem parte das 240 aprovadas em 2015, mas que não foram totalmente preenchidas pelos candidatos convocados à época, quando empossaram-se 171 docentes.

No momento, não é possível definir o número exato de carências na rede pública de ensino, pois a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer faz o procedimento chamado de modulação, no qual identifica o número de turmas e a quantidade de professores necessária para cada escola. Esse processo será concluído antes do início do ano letivo, em 29 de fevereiro.

Temporários
Em 2016, 4,6 mil professores temporários de processo seletivo feito em 2014 podem ser contratados. O cronograma de convocação — após a prorrogação da validade desse concurso, publicada em 4 de janeiro no Diário Oficial do DF — ainda está sendo elaborado, pois a carência desse tipo de profissional também é calculada pela secretaria. Eles devem preencher vagas de carências provisórias, de curta duração, que resultam de profissionais que deixam o cargo por afastamentos legais, como licença médica ou para exercer atividade de coordenação nas escolas.

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