Concurso São José dos Pinhais - PR: Prefeitura lança edital 372/2019

Concurso São José dos Pinhais, no estado do Paraná, abre vagas com vencimentos de até R$ 4.865,76.

A Prefeitura de São José dos Pinhais, no estado do Paraná, através do Instituto Nosso Rumo, lançou o edital de nº 372/2019 com a finalidade de preencher 14 vagas para cargos de níveis médio e superior. O concurso São José dos Pinhais - PR oferece vencimentos que variam de R$ 2.388,62 a R$ 4.865,76, mais benefício de auxílio-alimentação.

Do total de vagas abertas para o cargo de Professor, uma será reservada para os candidatos portadores de deficiência. As oportunidades são para os cargos de Agente Fiscal, Professor, Pedagogo e Bibliotecário.

Inscrições e Provas

As inscrições serão realizadas por meio do endereço eletrônico www.nossorumo.org.br, até 17h do dia 18 de agosto de 2019. Será cobrada taxa de inscrição no valor de R$ 50,00 para cargo de nível médio e R$ 60,00 para superior.

O concurso terá prova escrita objetiva para todos os candidatos, com 50 questões sobre língua portuguesa, matemática, noções de informática, conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, as disciplinas variam conforme o cargo. Este concurso possuirá ainda prova dissertativa para os cargos de Pedagogo e Professor e avaliação de títulos para cargos de nível superior.

A prova objetiva será aplicada provavelmente no dia 29 de setembro de 2019, na cidade de Curitiba-PR, em horário e local a ser informado no endereço eletrônico da organizadora.

A validade do concurso público será de dois anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Prefeitura Municipal de São José do Pinhais-PR.

Dicas para provas de S. J. dos Pinhais: Concepções de desenvolvimento da aprendizagem (Skinner, Piaget, Vigotsky, Wallon e Roger)

Skinner e a teoria comportamentalista ou do condicionamento

Burrhs Frederic Skinner trabalha na sua teoria as consequências do comportamento como definidoras do aprendizado da pessoa, enfatizando a influência do ambiente em que a pessoa está inserida, no processo de aprendizagem. Segundo ele, a aprendizagem está na capacidade de estimular ou reprimir um comportamento desejável ou não.

Skinner aborda o condicionamento operante, que não é hereditário e acontece através de reforços positivos (elogios e recompensas) ou negativos (retirada de algo ou deixar de dar reforço) e de punições positivas (acréscimo de estímulos) ou negativas (retirada de estímulos).

Nessa linha de pensamento o desenvolvimento e aprendizagem são resultantes do comportamento modificado pelas respostas das experiências, reforçadas por estímulos negativos ou positivos presentes no ambiente.

A Teoria construtivista de Jean Piaget

A teoria desenvolvida por Piaget trabalha a construção do conhecimento pela própria criança ou aluno. Piaget não acreditava que a inteligência fosse algo inato, resultado exclusivo do meio em que se insere a criança.

O conhecimento acontece com a interação do sujeito com o meio que o cerca. O aprendizado é construído aos poucos e o conhecimento ou conceito aprendido é resultado da reconstrução de conhecimento pré - existente.

Para Piaget há três tipos de conhecimento do ser humano: conhecimento físico, conhecimento lógico – matemático, conhecimento social.

O desenvolvimento cognitivo, para Piaget, é um processo contínuo com desequilíbrios e equilíbrios de acordo com suas necessidades.

O sujeito pode assimilar conhecimento ou acomodar – se a novos conhecimentos. Ao assimilar, o sujeito desenvolve ações, atribuindo a elas significados a partir de experiências anteriores. Ao acomodar –se a novos conhecimentos, o sujeito modifica esquemas mentais para construir esse novo conhecimento.

Piaget desenvolveu a ideia dos estágios de desenvolvimento, que são quatro: sensório – motor (0 a 2 anos), pré – operacional (2 a 7 anos), operacional - concreto (7 a 11 ou 12 anos) e formal (12 anos em diante).

Abordagem histórico – cultural de Lev Vygotsky

Vygotsky enfoca a importância das interações sociais para o desenvolvimento do indivíduo. O ser humano é caracterizado pelo meio em nasce.

Nessa abordagem, Vygotsky diz que há uma interação contínua entre as condições sociais e biológicas do comportamento humano. A história da sociedade e desenvolvimento humano, caminham juntos.

A aprendizagem e desenvolvimento estão interligados na visão de Vygostky. O ensino é um guia no processo de desenvolvimento intelectual de uma criança. A atividade intelectual não é feita de forma mecânica e nem com repetições impostas por outras pessoas, mas sim através da interação com o outro.

Henry Wallon e a psicologia genética

Henry Wallon trabalha em sua abordagem, o desenvolvimento infantil ligado a vários aspectos como o afetivo, cognitivo e motor, que estão integrados entre si, ou seja, um vai depender do outro.

O destaque na teoria de Wallon fica para o papel da emoção no desenvolvimento sócio - afetivo da criança. A emoção é um meio de sobrevivência para ela e também é fonte de conflitos nas relações com pessoas e objetos.

Wallon elaborou os estágios de desenvolvimento caracterizados como: impulsivo emocional (1 ano de vida), sensório – motor projetivo (1 a 3 anos), Estágio personalista (3 a 6 anos), estágio categorial (6 anos em diante).

De acordo com Wallon, as realizações de um período, contribui para as conquistas do período seguinte. Na educação Wallon destaca a relação de emoção e aprender que são interligadas, por isso, há necessidade de atenção às emoções dos alunos que podem revelar o motivo da dificuldade de aprendizagem.

Wallon aponta a vinculação entre movimentos e inteligência. O ato mental se reflete em atos motores. Não se movimentar se torna obstáculos para a aprendizagem e ler um texto que não se compreende, gera reações faciais que demostram sua dificuldade.

Carl Rogers e a aprendizagem centrada na pessoa

Carl Rogers trabalha uma abordagem em a pessoa tem capacidade de crescimento constante de suas potencialidades. A relação interpessoal é importante para a construção do eu, da confiança em si e no outro. Ela gera autonomia para que a pessoa faça as mudanças em sua vida.

Para o desenvolvimento e aprendizagem, Rogers analisa a relação professor – aluno e diz que esta relação deve ser de confiança mútua. O professor é um facilitador da aprendizagem do aluno e para que ocorra esse processo, ele cita alguns fatores importantes: aceitação, autenticidade, confiança e compreensão empática.

A autenticidade evidencia a honestidade e capacidade de expressar o que sente e não o que é pré estabelecido como verdade pela sociedade.

A confiança é vista por Rogers como a capacidade própria de crescimento e liberdade, é desenvolvimento da autoconfiança.
A liberdade e confiança são adquiridos pelas crianças, segundo Rogers, nas relações interpessoais, especialmente no ambiente escolar e familiar, onde se estruturam, desenvolvendo a liberdade responsável e tornando - as responsáveis pela própria aprendizagem.

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