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Concurso CELESC - vagas para o nível médio

Celesc Distribuição S/A, em Santa Catarina, está oferecendo 26 vagas para o cargo de Assistente Administrativo. Remuneração de até R$ 2.029,43.

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A CELESC Distribuição S/A, em Santa Catarina, está realizando o concurso público regido pelo edital n.º 001/2016, com o objetivo de preencher 26 vagas para o cargo de Assistente Administrativo, mais a formação de cadastro reserva. O candidato apto habilitado trabalhará em Florianópolis, fazendo jus a remuneração de até R$ 2.029,43, a partir do 13º mês.

As inscrições custam R$ 85,00 e estarão abertas até às 16 horas do dia 17 de outubro de 2016, via internet, pelo site assistentecelesc.fepese.org.br e de forma presencial na sede da FEPESE, localizada no Campus Universitário Professor João David Ferreira Lima, da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Trindade –Florianópolis.

No momento da inscrição, o candidato deverá optar pelo município onde deseja realizar a prova: Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joinville e Lages. Vale ressaltar que o edital prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência, conforme os critérios estabelecidos.

Todos os inscritos farão prova escrita, prevista para 13 de novembro de 2016, na cidade de opção, em locais que serão divulgados por aviso publicado no site da FEPESE com dias de antecedência. O gabarito da prova escrita será divulgado a partir das 20 horas do dia da sua realização.

O prazo de validade do concurso público será de dois anos, contados da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da CELESC Distribuição S/A.

Dicas para as provas CELESC

Matemática: Números inteiros, Números decimais, Frações e Porcentagem 

A diferença que reside entre números inteiros e números decimais está no sistema de numeração, em que o número inteiro contabiliza a quantidade, podendo ser contado em forma de classe ou de ordem, como por exemplo:

  • Classe: 856 unidades
  • Ordem: 8 centenas, 5 dezenas e 6 unidades

Já os números decimais são aqueles que estão separados por vírgulas, como em 6,14. Geralmente, para representar um número decimal, utiliza-se a fração que, na maioria das vezes, tem como denominador comum a potência de 10, como em 127/100 (1,27). Assim, o número inteiro pode ser dividido em uma fração ou número decimal (1/2 = 0,5).

A porcentagem, por outro lado, tem uma razão a/b na qual b é igual a 100. O objetivo dessa operação matemática é utilizar a proporção direta para comparar. Por exemplo:

Quanto é 60% de 500?

60/100 = x/500

Fazendo a operação cruzada, se dá: R$ 300,00

Regra de Três Simples e Composta

A melhor forma de entender a regra de três é pela seguinte explicação: usa-se a regra de três para solucionar problemas que possuem grandezas inversamente ou diretamente proporcionais. Por exemplo, a regra de três ajuda a descobrir um quarto número se você já obtiver três deles:

  • Para se construir uma parede de 25m² são necessários 2 pedreiros. Quantos pedreiros serão necessários para construir uma parede de 150m²?

O primeiro passo é separar as grandezas:

25 2

150 X

25x = 300

X = 300/25

X = 12 trabalhadores

Isso seria a regra de três simples. A regra de três composta é aquela que possui mais de três números. Observe o exemplo:

Em 8 horas, 20 caminhões descarregam 160m³ de areia. Em 5 horas, quantos caminhões serão necessários para descarregar 125m3?

8 20 160

5 X 125

Percebe-se que, a partir do momento que aumentamos a hora de trabalho, tende-se a diminuir os caminhões, certo? E se diminuirmos os caminhões, diminui-se também o volume, logo, as duas últimas colunas (de caminhões e de volume) são diretamente proporcionais. Veja como seria o cálculo:

20/x = 160/125 * 5/8 (inversamente proporcional)

X = 5*20/4 = 25 caminhões

Legislação do Setor Elétrico - Resolução 414/2010 ANEEL

Para as provas do concurso CELESC, o candidato terá que estudar também a RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414 “baixada” pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, em 09 de setembro de 2010. A seguir, abordaremos um pouco sobre o que é exposto nos primeiros capítulos dessa norma reguladora.

Uma das motivações para a publicação da resolução foi o conjunto de “sugestões de agentes do setor e da sociedade em geral, as quais contribuíram para o aperfeiçoamento e atualização das Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica”. Assim, já fica entendido que o cerne da resolução é o estabelecimento das condições gerais de fornecimento de energia elétrica.

O segundo artigo do capítulo traz as definições básicas para se entender o restante do texto, que são as noções de “aferição de medidor”, “área urbana”, “bandeiras tarifárias”, “carga desviada”, “carga instalada”, “central de teleatendimento – CTA”, “chamada abandonada – CAb”, “chamada atendida – CA”, “chamada ocupada”, “ciclo de faturamento”, “demanda”, “concessionária”, “consumidor especial”, “distribuidora”, “modalidade tarifária”, entre outros termos essenciais.

No terceiro artigo é dito que “a cada consumidor corresponde uma ou mais unidades consumidoras, no mesmo local ou em locais diversos”. O artigo 4º lembra um dado essencial: “a distribuidora deve classificar a unidade consumidora de acordo com a atividade nela exercida e a finalidade da utilização da energia elétrica”, ressalvadas algumas exceções. Essas classes podem ser (artigo 5º):

- Classe residencial - caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora com fim residencial, que, por sua vez, está subdividida em: residencial; residencial baixa renda; residencial baixa renda indígena; residencial baixa renda quilombola; residencial baixa renda benefício de prestação continuada da assistência social – BPC; e residencial baixa renda multifamiliar.

- Classe industrial - caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora em que seja desenvolvida atividade industrial.

- Classe comercial, serviços e outras atividades - caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora em que seja exercida atividade comercial ou de prestação de serviços, à exceção dos serviços públicos ou de outra atividade não prevista nas demais classes. Essa classe também possui subclasses, que são: comercial; serviços de transporte, exceto tração elétrica; serviços de comunicações e telecomunicações; associação e entidades filantrópicas; templos religiosos; administração condominial: iluminação e instalações de uso comum de prédio ou conjunto de edificações; iluminação em rodovias: solicitada por quem detenha concessão ou autorização para administração em rodovias; semáforos, radares e câmeras de monitoramento de trânsito, solicitados por quem detenha concessão ou autorização para controle de trânsito; e outros serviços e outras atividades.

- Classe rural - caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora que desenvolva atividades de agricultura, pecuária ou aquicultura. Também possui subclasses: agropecuária rural; instalações elétricas de poços de captação de água; serviço de bombeamento de água destinada à atividade de irrigação; agropecuária urbana; residencial rural; cooperativa de eletrificação rural; agroindustrial; serviço público de irrigação rural; escola agrotécnica; aquicultura.

- Classe poder público – caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora solicitado por pessoa jurídica de direito público que assuma as responsabilidades inerentes à condição de consumidor, incluindo a iluminação em rodovias e semáforos, radares e câmeras de monitoramento de trânsito, exceto aqueles classificáveis como serviço público de irrigação rural, escola agrotécnica, iluminação pública e serviço público. Também possui subclasses: poder público federal; poder público estadual ou distrital; e poder público municipal.

- Classe iluminação pública - caracteriza-se pelo fornecimento para iluminação de ruas, praças, avenidas, túneis, passagens subterrâneas, jardins, vias, estradas, passarelas, abrigos de usuários de transportes coletivos, logradouros de uso comum e livre acesso, inclusive a iluminação de monumentos, fachadas, fontes luminosas e obras de arte de valor histórico, cultural ou ambiental, localizadas em áreas públicas e definidas por meio de legislação específica, exceto o fornecimento de energia elétrica que tenha por objetivo qualquer forma de propaganda ou publicidade, ou para realização de atividades que visem a interesses econômicos.

- Classe serviço público - caracteriza-se pelo fornecimento exclusivo para motores, máquinas e cargas essenciais à operação de serviços públicos de água, esgoto, saneamento e tração elétrica urbana ou ferroviária, explorados diretamente pelo Poder Público ou mediante concessão ou autorização. Também possui subclasses: tração elétrica e água, esgoto e saneamento.

- Classe consumo próprio - caracteriza-se pelo fornecimento destinado ao consumo de energia elétrica das instalações da distribuidora.

Sempre que há transição entre classes de consumo (o que a resolução chama de “reclassificação”), isso irá implicar alteração da tarifa homologada aplicável, desde que seja feito a partir de comunicado específico ao consumidor, no prazo mínimo de 15 dias anteriores à apresentação da fatura de energia elétrica subsequente à reclassificação.

No artigo 11, aborda-se o que pode ser considerado como Serviço Essencial: aquelas atividades ou aqueles serviços essenciais aqueles cuja interrupção coloque em perigo iminente a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população. Exemplos demonstrados são: tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis; assistência médica e hospitalar; funerários; transporte coletivo; esgoto e lixo; telecomunicações; guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares; tráfego aéreo, marítimo e urbano; sistema rodoferroviário e metroviário; aquilo que envolva a segurança pública, tais como, polícia militar, polícia civil e corpo de bombeiros; câmaras de compensação bancária e unidades do Banco Central do Brasil; e instalações de aduana.

Saiba mais, acessando a íntegra da resolução: http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2010414comp.pdf

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