Concurso UFS 2017 Técnico Administrativo

Sai concurso de técnico administrativo da UFS. Inscrição vai de 17 a 24 de novembro de 2017 e cargo é para Assistente em Administração (nível médio).

A UFS (Universidade Federal de Sergipe) disponibilizou o edital nº 20/2017 de concurso público para a carreira de Técnico Administrativo em Educação, a ser executado pela FAPESE. A meta é o preenchimento de vagas no cargo de Assistente em Administração com 40 horas semanais de atividade e requisito mínimo de ensino médio profissionalizante ou médio completo.

Ao todo, são ofertadas 14 vagas para ampla concorrência, quatro para pessoas com deficiência e quatro para as cotas da Lei nº 12.990/2014. O vencimento básico inicial será de R$ 2.446,96.

A inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pelo endereço eletrônico www.fapese.org.br a partir do dia 17 finalizando dia 24 de novembro de 2017. O valor da inscrição é R$ 50,00 e há possibilidade de solicitação de isenção dessa taxa, seguindo-se os critérios do edital.

Prova

A prova será de múltipla escolha e constará de 10 questões de Língua Portuguesa, 15 de Legislação e 30 de conhecimentos específicos, sendo cada questão composta por cinco opções de respostas, das quais apenas uma será correta.

A prova será aplicada preferencialmente em Aracaju e São Cristóvão e, se necessário, também em outros municípios do estado de Sergipe, tendo início às 9h15 (horário local) do dia 25 de fevereiro de 2018, com duração de quatro horas. O gabarito oficial preliminar da prova será divulgado em até 24 horas após o término da aplicação das provas. 

O prazo de validade do concurso será de dois anos e todas as informações oficiais, inclusive o edital e demais atualizações, constam no endereço www.fapese.org.br.

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Dicas para as provas da UFS 2017: Funções administrativas

As funções administrativas elementares são quatro: Planejamento, Organização, Direção (Coordenação) e Controle. Elas são as etapas fundamentais para que as estruturas organizacionais obtenham sucesso nos seus projetos. O candidato pode facilmente memorizar tais funções ao assimilar a sigla PODC: Planejar - Organizar - Dirigir (ou liderar) – Controlar.

Essas quatro funções somente se tornam um todo integrado quando atuam juntas numa corporação (seja pública ou privada), segundo Chiavenato. Se consideradas isoladamente, elas não passam de meras funções administrativas. Na maioria das vezes, as funções são executadas simultaneamente, até mesmo sem que o gestor ou colaborador perceba, pois traduzem justamente a interação dinâmica que precisa existir nos ambientes corporativos.

Planejamento

O planejamento é como uma locomotiva que puxa o trem das ações de organizar, liderar e controlar. Trata-se de uma função importante, porque contribui para o sucesso da organização como um todo e possibilita à organização adotar um comportamento pro ativo em relação ao futuro. Por isso, é necessário que uma organização estabeleça seus planos e ações com o intuito de conseguir minimizar custos e desperdícios.

Quem planeja, aprende a alocar todos os recursos materiais, humanos, financeiros, tecnológicos, informacionais, entre outros, possibilitando à empresa esboçar seus objetivos, traçar novas estratégias e projetar planos que possam trazer maior organização, responsabilidade, comprometimento de toda equipe. Quem planeja tem a consciência de que podem surgir situações inesperadas, porém, se surgirem, elas serão trabalhadas de uma forma muito mais segura.

O Planejamento é um processo consciente e sistemático de tomar decisões sobre o objetivo que buscará no futuro, para tanto há diferentes níveis de organizacionais. No nível institucional ou estratégico, o planejamento envolve a determinação dos objetivos. No nível intermediário, trata-se da alocação de recursos, traduzindo e interpretando as decisões estratégicas. No nível operacional, o planejamento desdobra as estratégias de cada departamento, em planos operacionais, de cada tarefa.

Organização

Quando se fala em organização deve-se ter em mente um agrupamento de pessoas que interagem para alcançar um objetivo comum e específico, seja para o bem, seja – infelizmente – para o mal. Se o planejamento é o momento teórico, a organização é o início da prática, o início da ação propriamente dita, rumo ao alcance dos objetivos traçados.

Para desempenhar a função de organização, o administrador deve listar o trabalho que precisa ser realizado, dividi-lo em tarefas que possam ser realizadas de modo lógico e eficiente, por indivíduos ou grupos, efetuar a departamentalização, ou seja, agrupar as tarefas segundo um critério determinado e criar mecanismos de integração de esforços dos indivíduos, grupos e órgãos da empresa para facilitar o alcance dos objetivos.

Direção

A direção pressupõe a existência de uma ou mais pessoas que possam orientar a equipe para alcançar os objetivos traçados anteriormente. É a direção que proporcionará um norte aos objetivos e planos, é responsável por interpretar o que foi definido na função do Planejamento e instruir as equipes sobre como colocar em prática, a fim de garantir que tudo seja executado conforme o planejado – sem perder o foco.

Dirigir implica em saber tomar decisões, liderar e intercomunicar-se com os subordinados. Fazer acontecer, dinamizar. Esta função envolve influenciar as pessoas para que trabalhem num objetivo comum. Com as metas traçadas e as responsabilidades definidas, é preciso ter a competência de influenciar pessoas.

Controle

Fayol, um dos teóricos da Administração, diz que o controle significa verificar se os procedimentos do pessoal se acordam com as regras e os princípios estabelecidos na empresa. É um dos momentos em que o administrador consegue até mesmo retroalimentar o sistema.

O controle pressupõe, por sua vez, o estabelecimento de padrões e medidas de desempenho que permitam assegurar que as atitudes empregadas são as mais compatíveis com o que a empresa espera. O controle das atividades desenvolvidas permite maximizar a probabilidade de que tudo ocorra conforme as regras estabelecidas e ditadas.

O controle é a última função desempenhada, porque só é possível ocorrer depois que as demais funções forem completadas e é claro perceber que ele está intimamente ligado ao planejamento prévio, pois estabelece metas e métodos para atingir as metas.

O processo de controle envolve quatro etapas: estabelecimento de padrões de desempenho, mensuração do desempenho, comparação do desempenho com esses padrões e adoção de medidas corretivas para ajustar o desempenho atual ao padrão desejado.

Controlar uma corporação envolve procedimentos qualitativos, como auditoria, observação pessoal, inspeção, controle por relatórios, avaliação de desempenho, políticas e controle do desempenho humano. Mas também envolve procedimentos quantitativos, como gráficos, análises de desvios padrão, análises de variância, orçamentos e relatórios contábeis.

Portanto, verifica-se facilmente que a informação é a base do controle. Um bom sistema de informação facilita muito cada uma das funções gerenciais e consegue fazer todo o processo evoluir ao longo do tempo.

Saiba mais: Apostila - ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO - UFS 2017

Tópico: UFS