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UNIFESP abre concurso para Auxiliar de Enfermagem

Universidade Federal de São Paulo, abre concurso com oportunidades para o cargo de Auxiliar de Enfermagem. Confira também dicas para as provas.

Publicado em Comunicar erro

A Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, torna público a realização de um novo concurso público (nº 670/2016). Com a iniciativa, serão contratados 40 novos profissionais no cargo de Auxiliar de Enfermagem, que poderão ser lotados em quaisquer dos câmpus da Universidade na região da Baixada Santista, região de São José dos Campos ou da Grande São Paulo.

Será contratado profissionais que tenham disponibilidade para trabalhar em jornada de 40 horas por semana. O vencimento inicial será de R$ 1.834,69 e o pré-requisito básico é ter ensino médio completo, acrescido de Curso Profissionalizante e registro no Conselho Competente.

As inscrições serão aceitas no período de 19 de setembro a 7 de outubro de 2016, pela internet, no endereço eletrônico: http://concurso.unifesp.br, mediante o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 46,00. No site informado é possível também conferir o edital completo e suas atualizações.

O concurso consiste de prova escrita objetiva, a ser aplicada na data provável de 4 de dezembro de 2016, em local e horário a serem oportunamente divulgados.

Dicas para as provas de Auxiliar de Enfermagem – UNIFESP

Os conceitos de cirurgia segura, sinais e sintomas indicativos de SEPSE e as principais medidas preventivas são alguns dos conhecimentos que serão cobrados nas provas da UNIFESP. Apresentamos a seguir conhecimentos essenciais para que o candidato realize uma boa prova nessas matérias. Para saber mais sobre os cuidados com o corpo após a morte, outro assunto de provas da UNIFESP, clique aqui.

Cirurgia segura

Cirurgia segura diz respeito àquilo que engloba a segurança nos procedimentos cirúrgicos, visando à recuperação do paciente, cuidado esse que permeia todo o procedimento, desde o modo como a cirurgia inicia até como ela termina. Assim, uma cirurgia é segura quando os profissionais conseguem, portanto, evitar quaisquer complicações médicas.

Por exemplo, o fato de um paciente passar por uma cirurgia grave e vir a óbito devido ao erro humano ou intercorrências não previstas é justamente a "cultura" que não é compactuada pela comunidade de profissionais médicos e de enfermagem. Afinal, o objetivo da equipe é sempre salvar a vida do paciente e realizar uma cirurgia bem sucedida, sem riscos.

De acordo com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), “há três décadas, um paciente saudável submetido à anestesiologia tinha uma chance estimada de 1 em 5.000 de morrer por complicações anestésicas. Com a melhora do conhecimento e a padronização básica na assistência, o risco caiu para 1 em 200.000 no mundo desenvolvido – uma melhora de 40 vezes. Infelizmente, a taxa de morte evitável associada à anestesiologia em países em desenvolvimento é 100 – 1.000 vezes maior” (dados de 2013). Logo, há uma crescente preocupação em salvar a vida do paciente e garantir que a cirurgia seja segura, com mínimos riscos.

No próprio conceito de cirurgia segura, há claramente a alusão a evento adverso e a erro humano. O evento adverso é uma complicação não estimada, que pode ser desencadeada por um erro humano ou inadequação da estrutura, treinamento incorreto, uso de medicamentos errados. Já o erro humano é um desvio de conduta, um desvio de procedimento. Percebe-se então, que os dois aspectos não são dependentes entre si, entretanto, algumas vezes eles estão conectados.

Sepse

Sepse é uma complicação causada por agentes infecciosos, como vírus e bactérias, que entram na corrente sanguínea, afetando o sistema imunológico. Com isso, ocorre o comprometimento da proteção do organismo, levando a muitos problemas, como alterações de pressão, na frequência cardíaca, temperatura. A sepse é conhecida por ser uma inflamação generalizada e pode levar à morte se não for tratada imediatamente e corretamente.

As causas da sepse vão além de uma cirurgia não segura, isto é, quando a infecção é contraída na mesa de cirurgia, por exemplo. Sabe-se que a sepse pode se originar de situações em que o sistema imunológico já se encontra desprotegido ou frágil demais, como no caso da pneumonia, infecção renal, abdominal e bacteremia.

E, mesmo que qualquer pessoa possa ter sepse, já que os motivos são diversos, os fatores de risco mais comuns são: jovens ou idosos, sistema imunológico fraco, pessoas com feridas, pacientes que ficam na UTI, bebês prematuros, pacientes com câncer ou soropositivos, indivíduos com doenças crônicas, entre outros.

Sintomas da sepse

A sepse pode evoluir em três fases: inicial, grave e choque séptico. É recomendado que comece o tratamento no estágio inicial, uma vez que há mais chances de se curar. Os sintomas mais comuns são: temperatura acima de 38°C ou abaixo de 36°C; frequência cardíaca maior que 90 bpm e frequência respiratória superior a 20 irpm. Esses sintomas indicam a fase inicial.

Agora, se o quadro apresentar mudança abrupta de estado mental, diminuição da urina (de forma significativa), diminuição das plaquetas ou dificuldade para respirar, já pode ser considerado sepse grave.

Prevenção

A sepse pode ser prevenida, principalmente se o calendário de vacinação de crianças estiver organizado. Já nos hospitais a higiene é essencial para que se evite a contaminação. Inclusive, a automedicação deve ser evitada, principalmente se recusando a utilizar antibióticos desnecessários.

Referências:

Joana Lech (org.). Manual de procedimentos de enfermagem. Martinari. Hospital Alemão Oswaldo Cruz., 2006.

POTTER, P.A.; PERRY,A.G.. Fundamentos de Enfermagem. 7ª Ed. São Paulo: Elsevier, 2009.

Tópico: UNIFESP

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