Concurso UFT: Vagas para Técnico-Administrativos

Concurso UFT - Universidade Federal do Tocantins: edital 008/2019 é publicado, com oferta de 14 vagas na área técnico-administrativa.

A Universidade Federal do Tocantins (UFT) realiza concurso público com o objetivo de preencher 14 vagas do seu quadro de pessoal, por meio do edital 008/2019. Todas as oportunidades deste Concurso UFT são para Técnico-Administrativos em Educação.

As inscrições podem ser realizadas do dia 30 de maio a 16 de junho de 2019, pagando-se taxa de R$ 130,00 ou R$ 100,00, conforme a vaga pretendida.

Cargos do Concurso UFT

Com remuneração inicial entre R$ 2.904,96 e R$ 4.638,66, já considerando o auxílio alimentação, as vagas são para os cargos de: Assistente em Administração, Técnico de Tecnologia da Informação, Técnico em Assuntos Educacionais e Técnico em Contabilidade.

Como se inscrever

Para confirmar a participação no concurso basta acessar o site da GEC/UFT: www.ufmt.br/concursos

As inscrições serão confirmadas por meio de consulta futura e individual ao mesmo site. Em caso de indeferimento, haverá um prazo para interposição de recursos.

Provas

A seleção dos candidatos envolverá a aplicação de provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório. A data prevista para esse exame é 07 de julho de 2019, na cidade de Palmas.

A duração das provas será de quatro horas e será realizada no turno matutino. A recomendação padrão da organizadora é de que os candidatos cheguem ao local marcado com antecedência mínima de uma hora.

Será necessário portar somente a caneta esferográfica de tinta azul ou preta não porosa, de material transparente, e do documento de identidade original que bem o identifique.

Serão 40 questões objetivas de múltipla escolha sobre Noções de Informática, Língua Portuguesa, Fundamentos  em Educação e Legislação e Conhecimentos Específicos.

Último concurso

O último concurso UFT para cargos da carreira de Técnico-Administrativo em Educação foi realizado em 2018, quando foram preenchidas 20 vagas para lotação nos Câmpus de Araguaína, Palmas, Porto Nacional, Tocantinópolis, Miracema e Gurupi.

Os candidatos também foram avaliados por meio de prova objetiva.

Dicas para as provas: Lei 13460/2017 – Proteção e defesa dos direitos dos usuários dos serviços públicos

A lei 13460 de 26 de junho de 2017 traz as diretrizes para participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos, que são prestados de forma direta ou indireta pela administração pública.

A lei traz 25 artigos divididos em sete capítulos. O primeiro capítulo traz as disposições preliminares e as definições de:

• Usuário: pessoa física ou jurídica que se beneficia do serviço público

• Serviço público: atividade administrativa ou prestação de serviços realizada pela administração pública à população.

• Administração pública: órgão ou entidade de qualquer um dos poderes de qualquer esfera de governo.

• Agente público: quem exerce cargo ou função pública de natureza civil ou militar.

• Manifestações : reclamações, sugestões, denúncias, elogios de usuários em relação à prestação de serviços e conduta de agentes públicos.

O capítulo dois trata dos direitos básicos e deveres dos usuários. O usuário do serviço público tem direito prestação dos serviços pelo agente público de forma adequada.
Para que isso ocorra, o agente público e prestadores de serviços públicos deverão observar as seguintes diretrizes:

• Presunção de boa-fé;

• Atuação integrada na liberação de documentos ou atestados que comprovem regularidade;

• Eliminação de formalidades e exigências que tenham custo social e econômico superior ao risco envolvido;

• Igualdade no tratamento de usuários dos serviços públicos.

• Utilização de linguagem clara para fácil entendimento de todos os envolvidos;

• Articulação entre todas as esferas de poder para integrar, racionalizar, disponibilizar e simplificar os serviços públicos;

• Racionalizar métodos e procedimentos de controle;

• Aplicar tecnologias que simplifiquem processos e procedimentos de atendimento ao usuário.

• Cumprimento de prazos e normas procedimentais.

• Observância de códigos de ética e conduta.

O capítulo dois trata ainda dos direitos básicos do usuário:

• Participação no acompanhamento da prestação e na avaliação dos serviços;

• Obtenção e utilização dos serviços com possibilidade de escolha entre as formas oferecidas e sem discriminação;

• Acesso e obtenção de informações relativas à si próprio constantes de registros ou bancos de dados.

• Proteção de suas informações pessoais.

• Atuação integrada e de forma sistemática na expedição de atestados, certidões e documentos comprobatórios de regularidade;

• Obtenção de informações precisas e de fácil acesso nos locais de prestação do serviço, assim como sua disponibilização na internet, especialmente no que se refere ao:

1. Horário de funcionamento das unidades administrativas;

2. Serviços prestados pelo órgão ou entidade, sua localização exata e a indicação do setor responsável pelo atendimento ao público;

3. Acesso ao agente público ou ao órgão encarregado de receber manifestações;

4. Situação do andamento dos processos administrativos em que esteja envolvido;

5. Valor das taxas e tarifas cobradas pela prestação dos serviços, contendo informações exatas sobre o serviço prestado.

São deveres do usuário:

• Utilizar de forma adequada os serviços, agindo com civilidade e boa-fé.
• Prestação de informações referentes aos serviços prestados quando for solicitado.
• Colaborar para adequada prestação de serviços.
• Preservar os bens públicos através dos quais serão prestados os serviços tratados nessa lei.

O capítulo três trata das manifestações das manifestações dos usuários de serviços públicos, que deve ser dirigida aos órgãos competentes e deve conter a identificação do usuário.

O capítulo quatro trata das ouvidorias, suas atribuições, objetivos e o prazo para o encaminhamento da decisão administrativa, que deve ser de trinta dias, prorrogável por igual período uma única vez e de forma justificada.

O capítulo cinco trata dos conselhos de usuários, que são órgãos consultivos que acompanham a prestação de serviços, avaliam e propõe melhorias nesses serviços e define normas de atendimento ao usuário.

O capítulo seis trata da avaliação continuada dos serviços públicos, levando em consideração aspectos como a satisfação do usuário com o serviço, qualidade do atendimento, cumprimento dos prazos, quantidade de manifestações e medidas adotadas pela administração para melhoria dos serviços públicos.

O Capítulo sete traz as disposições finais e transitórias como o período para entrada em vigor da lei para União, estados, Distrito Federal e municípios de acordo com o número de habitantes.

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