10 questões de inglês do Enem comentadas: veja as explicações

Confira questões de inglês do Enem comentadas e estude para o Exame Nacional do Ensino Médio com exercícios resolvidos.

10 questões de inglês do Enem comentadas: veja as explicações

Veja as explicações para resolver os exercícios - Foto: Concursos no Brasil

Você sabia que uma boa maneira de estudar para provas de concursos e do Enem é pegar questões aplicadas nos anos anteriores para refazer? Dessa maneira, você vai encontrar temas, abordagens e estilos que podem te ajudar no dia da tão esperada aplicação da prova.

Por isso, nós separamos 10 questões de inglês do Enem, de diferentes anos, para você estudar e compreender as resoluções.

Questões de inglês do Enem comentadas

Abaixo, você confere as questões de inglês do Enem e, na sequência, um comentário com explicação:

1. (ENEM, 2017) One of the things that made an incredible impression on me in the film was Frida’s comfort in and celebration of her own unique beauty. She didn’t try to fit into conventional ideas or images about womanhood or what makes someone or something beautiful. Instead, she fully inhabited her own unique gifts, not particularly caring what other people thought. She was magnetic and beautiful in her own right. She painted for years, not to be a commercial success or to be discovered, but to express her own inner pain, joy, family, love and culture. She absolutely and resolutely was who she was. The trueness of her own unique vision and her ability to stand firmly in her own truth was what made her successful in the end. (HUTZLER, L.)

A autora desse comentário sobre o filme Frida mostra-se impressionada com o fato de a pintora

a) ter uma aparência exótica.
b) vender bem a sua imagem.
c) ter grande poder de sedução.
d) assumir sua beleza singular.
e) recriar-se por meio da pintura.

Comentário: A questão pede interpretação de texto, por isso é fundamental conseguir traduzir o conteúdo que, embora pareça longo, é feito com orações curtas e simples. É importante se atentar para o enunciado da questão, especialmente nas provas de língua estrangeira, para que se possa “pescar” alguma informação útil.

O enunciado diz que a autora do comentário ficou impressionada com o filme biográfico. A partir daí, vamos às alternativas.

Em algum momento se fala sobre Frida ter uma aparência exótica? Não. A palavra exótica não aparece no texto, mas pode levar ao erro, já que a artista é popularmente considerada exótica e excêntrica. Importante lembrar-se, então, de se ater ao que está literalmente escrito no texto usado como base para a pergunta. Assim, já podemos matar a questão com a primeira frase do comentário sobre o filme: “Uma das coisas que me impressionaram muito sobre o filme foi o conforto de Frida e a celebração de sua beleza única”.

Resposta: alternativa D. Ao falar em “her own unique beauty”, a autora do comentário enaltece a beleza singular — e não exótica, sedutora ou fácil de ser vendida — de Frida Khalo. Note que as outras características citadas nas demais alternativas podem realmente representar a pintora e seu trabalho, mas o enunciado pede para apontarmos o que IMPRESSIONOU a autora do comentário.

2. (ENEM, 2010) Viva la Vida
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning and I sleep alone
Sweep the streets I used to know

I use to roll the dice
Feel the fear in my enemy’s eyes
Listen as the crowd would sing
“Now the old king is dead! Long live the king!”

One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

MARTIN, C. Viva la Vida, Coldplay. In: Viva la Vida or Death and all his friends. Parlophone, 2008.

Letras de músicas abordam temas que, de certa forma, podem ser reforçados pela repetição de trechos ou palavras. O fragmento da canção Viva la Vida, por exemplo, permite conhecer o relato de alguém que:

a) costumava ter o mundo aos seus pés e, de repente, se viu sem nada.
b) almeja o título de rei e, por ele, tem enfrentado inúmeros inimigos.
c) causa pouco temor a seus inimigos, embora tenha muito poder.
d) limpava as ruas e, com seu esforço, tornou-se rei de seu povo.
e) tinha a chave para todos os castelos nos quais desejava morar.

Comentário: Para responder a esta questão, precisamos entender a letra e conhecer sua tradução: “Eu costumava dominar o mundo / Mares se agitavam ao meu comando / Agora, pela manhã, durmo sozinho / Varro as ruas que costumava possuir / Eu costumava jogar os dados / Sentia o medo nos olhos dos meus inimigos / Ouvia como o povo cantava / “Agora o velho rei está morto! / Vida longa ao rei!” / Em um minuto eu detinha a chave / Depois as paredes se fechavam em mim / E percebi que meu castelo estava erguido / Sobre pilares de sal e pilares de areia”.

Duas alternativas falam que o relato é de alguém que virou rei, mas na música, a menção sobre um rei não diz respeito a quem está falando, mas sim ao que as pessoas cantavam – portanto, o relato não é de um rei nem de alguém que deseja se tornar rei.

Sobre seus inimigos, o relato explica que, em um momento passado, colocava medo em seus inimigos, ou seja, não está certo dizer que ele colocava pouco temor em seus inimigos. Já a questão da chave é citada como um contraponto ao que ele tinha antes, a chave, o poder de jogar os dados, tomar decisões e comandar o que quisesse. Agora, sem a chave e se sentindo aprisionado, ele percebe que seu castelo foi construído sobre pilares de sal e de areia – ou seja: antes as coisas eram boas, mas agora tudo pode desmoronar.

Resposta: alternativa A. O relato é de alguém que tinha tudo aos seus pés, mas depois se viu sem nada.

3. (ENEM, 2018)

No cartum, a crítica está no fato de a sociedade exigir do adolescente que:

a) se aposente prematuramente.
b) amadureça precocemente.
c) estude aplicadamente.
d) se forme rapidamente.
e) ouça atentamente.

Comentário: Na charge, temos dois adolescentes conversando e um deles diz o seguinte: “Quando eu tinha 5 anos, todos me diziam para ser um garoto grande. Quando eu tinha 10 anos, eles diziam que eu deveria ser mais maduro. Agora eles dizem que é hora de começar a agir como um adulto. Nesse ritmo, serei elegível para a segurança social antes de terminar o ensino médio”.

Analisando as alternativas, vemos que não há nada sobre aposentadoria na fala do garoto, o que já exclui a alternativa A. Ele também não fala sobre estudar, mas sim sobre o que ouvia de acordo com cada faixa etária. A crítica se faz, então, não em relação aos estudos, à capacidade de ouvir ou à aposentadoria, mas sim à exigência social de que ele aja com uma maturidade que não condiz com a sua idade.

Resposta: alternativa B. É correto, então, dizer que a fala do adolescente está relacionada com o fato de que todos pedem para que ele aja como se fosse mais maduro do que é de fato, afinal, como dá a entender no final da fala, ele ainda nem terminou o ensino médio.

4. (ENEM, 2018) 1984 (excerpt)

‘Is it your opinion, Winston, that the past has real existence?’ [...] O’Brien smiled faintly. ‘I will put it more precisely. Does the past exist concretely, in space? Is there somewhere or other a place, a world of solid objects, where the past is still happening?’
‘No.’
‘Then where does the past exist, is at all?’
‘In records. It is written down.’
‘In records. And _____?’
‘In the mind. In human memories.’
‘In memory. Very well, then. We, the Party, control all records, and we control all memories. Then we control the past, do we not?’

ORWELL, G. Nineteen Eighty-Four. New York: Signet Classics, 1977.

O romance 1984 descreve os perigos de um Estado totalitário. A ideia evidenciada nessa passagem é que o controle do Estado se dá por meio do(a)

a) boicote a ideais libertários.
b) veto ao culto das tradições.
c) poder sobre memórias e registros.
d) censura a produções orais e escritas.
e) manipulação de pensamentos individuais.

Comentário: O trecho retirado da famosa obra mostra um diálogo.

‘Você acha, Winston, que o passado tem uma existência real? [...] O’Brien sorriu levemente. ‘Vou ser mais preciso. O passo existe concretamente, no espaço? Existe algum lugar ou outro lugar, um mundo de objetos sólidos, onde o passado ainda está acontecendo?’
‘Não.’
‘Então onde o passado existe, afinal?’
‘Em registros. Ele está escrito.’
‘Em registros. E _____?’
‘Na mente. Em memórias humanas.’
‘Na memória. Muito bem então. Nós, o Partido, controlamos todos os registros, e controlamos todas as memórias. Portanto controlamos o passado, não controlamos?’.

Ao dizer que o Estado controla a memória e, portanto, o passado, não se fala em ideais libertários, em vetar o culto às tradições, em censurar produções orais ou escritas nem em manipular pensamentos individuais. O principal ponto do diálogo se refere à memória e registros do passado.

Resposta: alternativa C. O diálogo mostra que o controle do Estado tem poder sobre memória e registros históricos.

5. (ENEM, 2020) Finally, Aisha finished with her customer and asked what colour Ifemelu wanted for her hair attachments.

“Colour four.”
“Not good colour,” Aisha said promptly.
“That’s what I use.”
“It look dirty. You don’t want colour one?”
“Colour one it too black. It looks fake,” Ifemelu said, loosening her headwrap. “Sometimes I use colour two, but colour four is closest to my natural colour.”
[...]
She touched Ifemelu’s hair. “Why you don’t have relaxer?”
“I like my hair the way God made it.”
“But how do you comb it? Hard to comb,” Aisha said.
Ifemelu had brought her own comb. She gently combed her hair, dense, soft and tightly coiled, until it framed her head like a halo. “It’s not hard to comb if you moisturize it properly,” she said, slipping into the coaxing tone of the proselytizer that she used whenever she was trying to convince other black women about the merits of wearing their hair natural. Aisha snorted; she clearly could not understand why anybody would choose to suffer through combing natural hair, plucked a little attachment from the pile on the table ad began deftly to twist.

ADICHIE, C. Americanah: A novel. New York: Anchor Books, 2013.

A passagem do romance da escritora nigeriana traz um diálogo entre duas mulheres negras: a cabeleireira, Aisha, e a cliente, Ifemelu. O posicionamento da cliente é sustentado por argumentos que
a) reforçam um padrão de beleza.
b) retratam um conflito de gerações.
c) revelam uma atitude de resistência.
d) demonstram uma postura de imaturidade.
e) evidenciam uma mudança de comportamento.

Comentário: Antes de traduzir o texto, é importante que você leia o enunciado da questão para entender algumas informações. Neste caso, o enunciado nos mostra que o diálogo em questão é entre duas mulheres negras: uma cabeleireira e sua cliente.

O diálogo revela algumas questões sobre o cabelo afro, mostrando que a cabeleireira sugere uma cor diferente, além de propor um tratamento de relaxamento capilar e questionar como a cliente consegue pentear seus fios. A partir daí, temos a resposta de Ifemelu:

“Gosto do meu cabelo do jeito que Deus o fez”. A narrativa segue contando que Ifemelu tinha levado um pente consigo e mostrou como arruma seus cabelos, penteando-os gentilmente até que eles fiquem como uma auréola ao redor da cabeça. Confira a tradução a partir desse momento:

"’Não é difícil pentear se você o hidrata adequadamente’, ela disse, entrando no tom persuasivo de proselitismo que ela usava sempre que tentava convencer outras mulheres negras sobre os méritos de usar seus cabelos naturais. Aisha bufou; ela claramente não conseguia entender por que alguém escolheria sofrer penteando o cabelo natural [...]”.

Analisando esse trecho, percebemos que Ifemelu sempre defende a ideia de que mulheres negras não precisam alisar seus cabelos ou fazer outros tratamentos — pelo contrário: ela incentiva mulheres a deixarem seus cabelos o mais natural possível. Ou seja: o posicionamento de Ifemelu é de resistência.

Resposta: alternativa C. Ifemelu não cede às investidas da cabeleireira para relaxar os fios e, segundo a lógica da profissional, ter mais facilidade para pentear os cabelos. Além disso, Ifemelu fala sobre esse assunto com outras mulheres, em uma atitude de resistência, já que é tão comum que mulheres negras sejam pressionadas a alisar seus cabelos.

6. (ENEM, 2016) BOGOF is used as a noun as in ‘There are some great bogofs on at the supermarket’ ou an adjective, usually with a word such as ‘offer’ or ‘deal’ — ‘there are some great bogof offers in store’.

When you combine the first letters of the words in a phrase or the name of an organisation, you have an acronym. Acronyms are spoken as a word so NATO (North Atlantic Treaty Organisation) is not pronounced N-A-T-O. We say NATO. Bogof, when said out loud, is quite comical for a native speaker, as it sounds like an insult, ‘Bog off!’, meaning go away, leave me alone, slightly childish and a little old-fashioned.

BOGOF is the best-known of the supermarket marketing strategies. The concept was first imported from the USA during the 1970s recession, when the food prices were very high. It came back into fashion in the late 1990s, led by big supermarket chains trying to gain a competitive advantage over each other. Consumers were attracted by the idea that they could get something for nothing. Who could possibly say ‘no’?

Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 2 ago, 2012 (adaptado)

Considerando-se as informações do texto, a expressão “bogof” é usada para:

a) anunciar mercadorias em promoção.
b) pedir para uma pessoa se retirar.
c) comprar produtos fora de moda.
d) indicar recessão na economia.
e) chamar alguém em voz alta.

Comentário: O primeiro parágrafo do texto mostra que a palavra “bogof” pode ser usada como substantivo e adjetivo, geralmente ao lado de palavras como “oferta” e “negócio”. Depois, mostra que a formação de acrônimos acontece quando formamos uma palavra a partir da combinação das primeiras letras de uma frase ou do nome de uma organização.

Em seguida, temos a seguinte explicação: “Bogof, quando dito em voz alta, é bastante cômico para um falante nativo, já que soa como um insulto, ‘Bog off!’, significando vá embora, deixe-me sozinho, levemente infantil e um pouco antiquado.
BOGOF é a estratégia de marketing de supermercados mais conhecida.

O conceito foi primeiramente importado dos EUA durante a recessão de 1970, quando os preços dos alimentos eram muito altos. Ele voltou à moda no fim dos anos de 1990, liderado por grandes redes de supermercado que tentavam ganhar uma vantagem competitiva umas sobre as outras. Os consumidores eram atraídos pela ideia de que poderiam conseguir alguma coisa de graça. Quem poderia dizer ‘não’?”.

Analisando as alternativas da questão, podemos logo descartar a opção de que o termo seja usado para pedir que uma pessoa se retire, afinal o texto diz que a palavra soa como “bog off!”, mas são coisas distintas. O termo também é chamado de antiquado, mas não tem nada a ver com comprar produtos fora de moda. A questão da recessão econômica foi citada para lembrar quando o termo começou a ser usado, mas isso não significa que ele indique uma recessão na economia.

Resposta: alternativa A. Bogof é uma palavra usada para atrair consumidores a mercados que vendem coisas mais baratas, ou seja, para anunciar mercadorias em promoção.

7. (ENEM, 2014)

A internet tem servido a diferentes interesses, ampliando, muitas vezes, o contato entre pessoas e instituições. Um exemplo disso é o site WeFeedback, no qual a internauta Kate Watts

a) comprou comida em promoção.
b) inscreveu-se em um concurso.
c) fez doação para caridade.
d) participou de pesquisa de opinião.
e) voluntariou-se para trabalho social.

Comentário: A prova de inglês do Enem sempre é sobre interpretação de texto, inclusive quando falamos de textos em imagens, como é o caso nesta questão. Na imagem, precisamos entender as informações principais. Na parte superior à esquerda, temos o nome da instituição: Wefeedback, seguido de um slogan: “compartilhando alimento, mudando vidas”. Só com essa informação, já temos uma boa noção de que se trata de uma campanha social relacionada à caridade.

Abaixo, há uma descrição sobre o objetivo da instituição, explicando que, no mundo desenvolvido, temos acesso a muitos alimentos saborosos a todo o momento. A proposta é doar valores equivalentes aos pratos que consumimos e destiná-los à compra de alimentos para crianças que têm alimentação precária em todo o mundo.

O exemplo de compra está em nome de Kate Watts, que geralmente paga US $20 por um prato de sushi e doa o valor equivalente a três pratos da sua comida favorita, U$ 60, portanto.

Resposta: alternativa C. A internauta em questão está participando de uma ação de caridade, doando uma quantia em dinheiro para a compra de alimentos para crianças em situações precarizadas.

8. (ENEM, 2020)

Os recursos usados nesse pôster de divulgação de uma campanha levam o leitor a refletir sobre a necessidade de:

a) criticar o tipo de tratamento dado à mulher.
b) rever o desempenho da mulher no trabalho.
c) questionar a sobrecarga de atribuições da mulher.
d) analisar as pesquisas acerca dos direitos da mulher;
e) censurar a mulher pelo uso de determinadas palavras.

Comentário: O pôster usa a imagem de uma mulher e, sobre a sua boca, uma caixa com uma ferramenta de busca que usa o modelo de autocompletar. A pesquisa inicial é “women shouldn’t” (“mulheres não deveriam”) e o autocompletar, que sempre traz as pesquisas mais populares, sugere termos como “ter direitos”, “votar”, “trabalhar”, “boxear”.

Abaixo, temos a frase “women shouldn’t suffer from discrimination anymore”, que pode ser traduzida como “as mulheres não deveriam mais sofrer discriminação”. É a partir dessa ideia e da mensagem visual que o pôster transmite que podemos avaliar as alternativas. A letra E já pode ser descartada, afinal a campanha não sugere censura a determinadas palavras.

Resposta: alternativa A. Ainda que as alternativas B, C e D pareçam corretas, a imagem no geral aborda o tratamento que é dado à mulher em nossa sociedade, o que inclui também questões de trabalho, sobrecarga e direitos das mulheres. A alternativa A está correta, portanto, porque nos faz pensar no tratamento geral dado às mulheres.

9. (ENEM, 2020)

Nesse pôster de divulgação de uma campanha que aborda a diversidade e a inclusão, a interação dos elementos verbais e não verbais faz referência ao ato de

a) estereotipar povos de certas culturas.
b) discriminar hábitos de grupos minoritários.
c) banir imigrantes de determinadas origens.
d) julgar padrões de beleza de diversas etnias.
e) desvalorizar costumes de algumas sociedades.

Comentário: Vamos começar pelo enunciado da questão, que nos conta que o pôster é de uma campanha sobre diversidade e inclusão. Com esse conceito em mente, vamos à imagem. A primeira informação diz: “Somos uma cultura, não uma fantasia” e, abaixo, temos quatro pessoas, cada uma de uma cultura diferente, segurando imagens de pessoas fantasiadas de forma estereotipada.

Resposta: alternativa A. Somente com a informação “somos uma cultura, não uma fantasia”, já conseguimos perceber que a campanha propõe uma reflexão sobre a cultura de certos povos vista como uma fantasia estereotipada. Não se fala em hábitos de grupos minoritários, em banir imigrantes, em padrões de beleza ou em costumes desvalorizados.

10. (ENEM, 2019) 5 Ways Pets Can Improve Your Health

A pet is certainly a great friend. After a difficult day, pet owners quite literally fell the love.
In fact, for nearly 25 years, research has shown that living with pets provides certain health benefits. Pets help lower blood pressure and lessen anxiety. They boost our immunity. They can even help you get dates.
Allergy Fighters: A growing number of studies have suggested that kids growing up in a home with “furred animals” will have less risk of allergies and asthma.
Date magnets: Dogs are great for making love connections. Forget Internet matchmaking — a dog is a natural conversation starter.
Dogs for the Aged: Walking a dog or just caring for a pet — for elderly people who are able — can provide exercise and companionship.
Good for Mind and Soul: Like any enjoyable activity, playing with a dog can elevate levels of serotonin and dopamine — nerve transmitters that are known to have pleasurable and calming properties.
Good for the Heart: Heart attack patients who have pets survive longer than those without, according to several studies.

DAVIS, J. L. Disponível em: www.webmd.com. Acesso em: 21 abr. 2013 (adaptado).

Ao discutir sobre a influência de animais de estimação no bem-estar do ser humano, a autora, a fim de fortalecer seus argumentos, utiliza palavras e expressões como research, a growing number of research e several studies com o objetivo de

a) mostrar que animais de estimação ajudam na cura de doenças como alergias e asma.
b) convencer sobre os benefícios da adoção de animais de estimação para a saúde.
c) fornecer dados sobre os impactos de animais de estimação nas relações amorosas.
d) explicar como o contato com animais de estimação pode prevenir ataques cardíacos
e) esclarecer sobre o modo como idosos devem se relacionar com animais de estimação.

Comentário: O título do texto já nos dá uma boa dica sobre a resposta correta: “5 formas pelas quais animais de estimação podem melhorar a sua saúde”. Os tópicos mostram que esses benefícios têm a ver com aspectos de alergia, encontros amorosos, cachorros para pessoas idosas, benefícios para a mente e a alma e também para a saúde do coração.

O uso de expressões “pesquisa”, “um número crescente de pesquisas” e “diversos estudos” faz com que os tópicos citados tenham embasamento científico.

Resposta: alternativa B. A ideia é justamente convencer o leitor sobre os benefícios da adoção de animais de estimação para a saúde. As outras alternativas falam sobre pontos específicos do texto, mas a intenção da publicação é justamente falar sobre mais de um ponto.

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