13 órgãos públicos adotam o teletrabalho; veja quais

Economia de gastos e bom desempenho fizeram com que 13 órgãos públicos mantivessem seus servidores no teletrabalho.

Com a pandemia provocada pela COVID-19, o teletrabalho se tornou uma opção viável em diversas empresas e também no setor público. Além de proteger o servidor de se contaminar, o governo consegue economizar com infraestrutura. Sendo assim, 13 órgãos públicos já adotaram o teletrabalho de forma definitiva.

Vale ressaltar que nem todos os servidores das 13 instituições públicas estão trabalhando em casa. A situação é avaliada conforme a demanda do órgão e o tipo de trabalho.

13 órgãos públicos que adotaram o teletrabalho

Confira a lista dos órgãos públicos:

Economia e bom desempenho justificam medida

O governo justificou que o teletrabalho superou as expectativas. A produtividade dos servidores continua sendo dentro dos padrões esperados, em alguns casos, até melhor. Além disso, com a medida, foram economizados mais de R$ 1,4 bilhão desde o começo da pandemia.

Normas do teletrabalho

Com a mudança do trabalho, novas regras passaram a ser adotadas para os servidores. A primeira é que todos os custos de trabalho, como energia elétrica, internet e telefone serão arcados pelo servidor e não mais pelo governo, como funciona em uma repartição presencial.

A possibilidade de se fazer hora extra foi vetada, assim como não há mais a possibilidade de se criar um banco de horas para ser aproveitado posteriormente. As atividades realizadas no lar são definidas pela chefia do órgão, ou seja, depende de cada caso e da necessidade da instituição pública.

A principal crítica feita por especialistas, relacionada ao teletrabalho, é justamente o fato de os servidores assumirem os custos de trabalho de forma integral. Ainda não foi divulgado pelo governo algum tipo de plano para ajudar os servidores com os gastos.

Outros órgãos já estão em teletrabalho

Além da lista desta matéria, outros órgãos já haviam aprovado o teletrabalho antes. Entre eles estão: Receita Federal, Banco Central, Advocacia-Geral da União e Controladoria Geral da União. A tendência é que este número aumente durante 2021.

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