Auxílio emergencial 2021: Dataprev fará liberações de cadastros

Dataprev deverá utilizar a base de dados de 2020 para a liberação dos pagamentos do auxílio emergencial 2021.

Com a eminência da aprovação do auxílio emergencial 2021, milhões de brasileiros estão na expectativa da liberação dos recursos. Assim como em 2020, a Dataprev será a responsável por liberar os cadastros.

Apesar de ainda não ter sido divulgado, é bem provável que o beneficiário terá que checar no site da Dataprev se o auxílio emergencial 2021 será liberado ou não. No ano passado, eram solicitados o nome completo, data de nascimento e documento pessoal (RG ou CPF) para realizar as consultas.

Além de informar o interessado sobre a obtenção dos pagamentos, a Dataprev ainda comunicava sobre uma possível rejeição ao pedido e o motivo, permitindo que uma contestação pudesse ser feita. Tudo indica que as ferramentas estarão de volta em 2021.

Sobre o auxílio emergencial 2021

Conforme estimativas do governo federal, o auxílio emergencial 2021 deverá ter quatro parcelas de R$ 250. O objetivo é que os pagamentos comecem a ser feitos ainda no mês de março. O benefício só será liberado após a aprovação e sanção da PEC Emergencial, medida que define regras de controle de gastos de verbas públicas.

No momento, a PEC foi aprovada em dois turnos pelo Senado, mas ainda precisa passar pela Câmara. Depois disso, o presidente da república deverá sancionar a Lei.

Menos pessoas receberão o dinheiro

A PEC emergencial estima que a verba para os pagamentos do auxílio seja de até R$ 44 bilhões. O valor disponibilizado será bastante inferior ao que ocorreu em 2020. Naquele ano, o auxílio emergencial custou mais de R$ 200 bilhões aos cofres públicos.

Sendo assim, um menor número de pessoas receberá o dinheiro. O próprio governo, por meio do Ministério da Economia, indicou que há o desejo de cortar ao menos pela metade o número de beneficiários. Isso quer dizer que aproximadamente 34 milhões de pessoas deverão receber o auxílio emergencial 2021.

É bem provável que o governo utilize a base de dados coletada em 2020 para que haja uma filtragem mais rigorosos nos pagamentos de 2021.

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