Auxílio emergencial compensou renda de trabalhadores, diz estudo

Considerando a média de todos os tipos de trabalho, o aumentou foi de 24% na renda dos beneficiários. Confira os detalhes do estudo!

Auxílio emergencial compensou renda de trabalhadores: enquadramento fechado em uma nota de cinquenta e outra de cem reais

Sem o auxílio, o recuo nas rendas seria de 18%. - Foto: Pixabay

De acordo com o estudo divulgado na última quinta-feira (30/07), o auxílio emergencial conseguiu compensar a renda mensal daqueles que receberam o benefício. A Fundação Getulio Vargas informou que as parcelas do programa representaram um aumento de 24% nos salários pré-pandemia, considerando a média de todos os tipos de trabalho.

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Impactos do auxílio emergencial na renda dos trabalhadores

A Fundação Getulio Vargas promoveu um novo estudo para avaliar os efeitos do auxílio emergencial, tendo em vista as possíveis perdas de renda ocasionadas pela pandemia. Por conseguinte, os dados indicam que as parcelas do benefício realmente conseguiram compensar os prejuízos nos salários dos trabalhadores. Sem o programa governamental, o recuo nas rendas seria de 18%.

"O recebimento do AE [auxílio emergencial] mais do que compensou a perda com pandemia para virtualmente todos os tipos de trabalho da pesquisa. Na média para todos os tipos de trabalho, a renda com o AE é aproximadamente 24% maior do que a renda usual pré-pandemia, evidenciando que o AE tem compensado as perdas de renda do trabalho no agregado", informaram os pesquisadores Lauro Gonzalez e Bruno Barreira.

No momento em que o estudo estava sendo elaborado, ao menos 64 milhões de pessoas recebiam as parcelas do benefício. Os trabalhadores que mais tiveram aumento na renda foram:

  • Auxiliar de agropecuária (71%);
  • Empregado doméstico e diarista (61%);
  • Agricultor e criador de animais (59%);
  • Faxineiro e auxiliar de limpeza (52%);
  • Porteiro e zelador (45%).

E em relação aos estados? Os maiores acréscimos ocorreram aos beneficiários de Alagoas (132%), Sergipe (126%), Maranhão (124%), Bahia (119%), Amazonas e Pará (116%). Entre os trabalhadores informais, o ganho na renda alcançou a porcentagem 50% (passou de R$1.344 para R$2.016).

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