Auxílio emergencial em 2021: Bolsonaro promete 4 parcelas de R$ 250

Durante live, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o auxílio emergencial 2021 começará a ser pago em março. O público atendido será menor que em 2020.

auxílio emergencial 2021: a imagem mostra jair bolsonaro com máscara cirúrgica no queixo falando em microfone

A forma de custeio do benefício não foi divulgada. - Foto: Agência Brasil / Carolina Antunes

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou novamente sobre o auxílio emergencial para 2021, prometendo quatro novas parcelas. O anúncio foi feito durante uma live, em que Bolsonaro informou o novo valor de R$ 250 e previsão de início dos pagamentos para março. De acordo com o chefe de Governo, o novo ciclo já foi debatido com o ministro da Economia, mas ainda falta definir os detalhes da proposta.

“Estive hoje com Paulo Guedes. A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de Auxílio Emergencial. Então é isso que está sendo disponibilizado, está sendo conversado, em especial com os presidentes da Câmara e Senado, porque a gente tem certeza de que, se nós acertarmos, vai ser em conjunto”, afirmou Bolsonaro.

Segundo o presidente, o país está no limite de sua capacidade de gerar dívidas. Por isso, o objetivo para 2021 é fazer a economia “pegar de vez”. Assim como em 2020, o pagamento do benefício pode ajudar impulsionar a economia brasileira enquanto a crise de saúde se mantém.

Auxílio emergencial 2021 atenderá menos pessoas

A proposta atual foi votada no Senado nesta quinta-feira (25/02), mas a sessão foi encerrada sem o parecer de Márcio Bittar, relator da PEC. Sendo assim, a forma de custeio do auxílio emergencial 2021 acabou não sendo divulgada. A sugestão de Guedes é que haja corte de gastos para não piorar as contas públicas e uma das opções é o congelamento do salário de servidores.

Além disso, já se sabe que o público atendido será menor e os cadastros utilizados serão os já existentes. Em 2020, cerca de 67 milhões de brasileiros receberam as parcelas. Dessa vez, o governo pretende reduzir o número para os 14 milhões que recebem Bolsa Família, mais 33 milhões que estão fora do programa. Assim, o ciclo do benefício de 2021 deve atender 47 milhões de pessoas em média.

Isadora Tristão
Redatora
Nascida na cidade de Goiânia e formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás, hoje, é redatora no site "Concursos no Brasil". Anteriormente, fez parte da criação de uma revista voltada para o público feminino, a Revista Trendy, onde trabalhou como repórter e gestora de mídias digitais por dois anos. Também já escreveu para os sites “Conhecimento Científico” e “KoreaIN”. Em 2018 publicou seu livro-reportagem intitulado “Césio 137: os tons de um acidente”, sobre o acidente radiológico que aconteceu na capital goiana no final da década de 1980.

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