Auxílio emergencial: extensão será automática para inscritos

Quem já recebe o auxílio emergencial terá as novas parcelas creditadas de forma automática. Extensão será de dois meses.

Auxílio emergencial: extensão será automática para inscritos, cédulas de reais

Extensão será automática. - Foto: Pixabay

Nesta terça-feira (30/06), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, falou que a extensão do auxílio emergencial será automática. Ou seja, quem está inscrito e recebendo o benefício regularmente irá receber as novas parcelas automaticamente, sem nenhum esforço extra.

Junto com este anúncio, veio a notícia da possibilidade das parcelas serem divididas dentro de um mesmo mês. Isso quer dizer que pode ocorrer do governo não pagar os R$ 600,00 de uma vez. Sendo assim, o beneficiário terá de ficar atento ao calendário e também a como gerir o seu dinheiro.

Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes e o presidente, Jair Bolsonaro, confirmaram que o auxílio emergencial terá mais duas parcelas de R$ 600,00. O anúncio foi marcado por desencontros e até vazamentos de parcelas com outros valores. Porém, agora, tudo indica que este será o caminho a ser seguido pelo governo federal.

Pedidos do auxílio vão até dia 02 de julho

Mesmo com a prorrogação do auxílio, é válido lembrar que os pedidos podem ser feitos somente até o dia 02 de julho de 2020. Quem não se inscrever até a data não terá o direito de receber as parcelas de R$ 600,00. A Caixa garantiu que todas as pessoas receberão o dinheiro na íntegra, mesmo que tenha feito sua solicitação no último dia.

O pagamento foi confirmado por Pedro Guimarães. “Temos 65 milhões de cadastros aprovados. Um milhão de pessoas que a Dataprev ainda analisa. Todas essas pessoas que receberão as três primeiras parcelas vão receber as cinco no total", informou o presidente da Caixa em entrevista à imprensa.

Cronograma vira dificuldade

Agora, a maior dificuldade por parte da Caixa, segundo o próprio presidente, é a elaboração de um novo cronograma para as novas parcelas. Para ele, será preciso que o governo ofereça mais detalhes para a elaboração de um cronograma.

Junto com isso veio uma notícia pouco animadora para quem depende dos saques em dinheiro. Pedro Guimarães afirmou que a Caixa priorizará os pagamentos em contas digitais e que os saques ficarão por último com o objetivo de se evitar filas e consequentemente aglomerações.

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