Auxílio emergencial: Governo ainda não definiu os novos parcelamentos

As parcelas do auxílio emergencial foram oficialmente estendidas, mas ainda não existem detalhes específicos sobre como serão feitos os repasses.

Governo ainda não definiu novos parcelamentos: destaque para o rosto de Paulo Guedes. No fundo, desfocado, é possível ver Jair Bolsonaro

Ainda não há consenso sobre a maneira em que os valores serão transferidos. - Foto: Isac Nóbrega/PR

O governo federal ainda não anunciou os detalhes de como serão feitos os parcelamentos do auxílio emergencial nos meses de agosto e setembro. De acordo com o ministro da Economia, existe a possibilidade de distribuir as novas cotas em quatro etapas ao longo de um cenário de crise mais “extensa”. Essa estratégia foi denominada de “aterrissagem inteligente” pelo próprio Paulo Guedes.

A ideia é de que, no início de agosto, sejam pagos R$ 500,00 aos beneficiários e mais R$ 100,00 no final do mesmo mês. Por conseguinte, em setembro, R$ 300,00 seriam repassados logo no começo do mês e mais R$ 300,00 antes de outubro.

O que isso quer dizer em termos práticos? As cotas continuariam somando os mesmos R$ 1.200,00 previstos (R$ 600,00 para cada nova parcela). Entretanto, ainda não há consenso sobre a maneira em que os valores serão transferidos para os beneficiários do auxílio emergencial.

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Novos parcelamentos do auxílio emergencial e medidas para geração de empregos

Durante a cerimônia para anunciar a prorrogação do auxílio emergencial, Paulo Guedes destacou que o governo “está fazendo o possível” para lidar com crise econômica ocasionada pelo novo coronavírus. "O ano de 2020 foi de despesa extraordinária, mas não há problema, os mercados compreendem", justificou.

O ministro da Economia também anunciou que o projeto Carteira Verde e Amarela será retomado, com o objetivo de contemplar ao menos 30 milhões de trabalhadores que estão recebendo os benefícios.

Contudo, a proposta ainda está sendo desenhada pela equipe de Paulo Guedes. Houve apenas a confirmação de que o projeto terá o propósito de reduzir encargos trabalhistas e facilitar as contratações formais. Mais detalhes devem ser divulgados ao longo das próximas semanas.

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