Auxílio emergencial: governo estuda ampliar lista de beneficiários

Conversas entre governo e Congresso para ampliação da lista de beneficiários do auxílio emergencial 2021 estão ocorrendo desde março.

O governo federal vem estudando uma forma de aumentar a lista de beneficiários do auxílio emergencial 2021. Para que isso ocorra, conversas vêm sendo feitas entre membros dos Ministérios da Cidadania e Economia e parlamentares do Congresso.

Outra parte envolvida nas negociações é a Caixa. Em entrevista para a CNN, o presidente do banco, Pedro Guimarães, falou sobre o tema: "Há conversa com governo e congresso possibilitando revisão desses pontos para incluir mais gente", comentou.

Apesar da fala, ele não deu mais detalhes sobre quais grupos poderiam ser incluídos e nem a quantidade de pessoas.

Ideia vem sendo debatida há muito tempo

A ideia do aumento do número de pessoas não é nova. Desde março, quando houve o anúncio oficial dos pagamentos, ela vem sendo debatida pelo governo federal por meio do ministério da Cidadania.

Uma das preocupações levantadas por parlamentares e pelo próprio governo é o grupo de pessoas que antes de 2021 não precisaram do auxílio emergencial, mas com a piora da pandemia e a estagnação da economia passaram a fazer parte do grupo de vulnerabilidade. Atualmente, as regras do auxílio emergencial 2021 não contempla essas pessoas.

O ministro da Cidadania, João Roma, falou sobre o tema. “Estudamos alguns mecanismos que possibilitem a reabertura do sistema no mês de abril. Estamos vendo também os limites para que isso aconteça”, disse em entrevista à Rádio Gaúcha.

Por fim ele comentou sobre os auxílios emergenciais estaduais e municipais, como o Supera o Rio e o Auxílio Carioca. Segundo ele, quem recebe o benefício federal não será impactado por possíveis pagamentos vindos de outras fontes.

Sobre o auxílio emergencial 2021

O auxílio emergencial 2021 começou a ser pago no dia 06 de abril. Por enquanto, serão feitos quatro pagamentos com os seguintes valores:

  • R$ 150 para pessoas que moram sozinhas;
  • R$ 250 para trabalhadores;
  • R$ 375 para mulher provedora de família monoparental (mãe solteira).

Ao todo, o governo espera pagar R$ 42,5 bilhões para as pessoas consideradas mais vulneráveis. Novidades poderão ser anunciadas conforme a situação da pandemia.

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