Auxílio emergencial: novo aprovado recebe três parcelas de uma só vez?

Quem teve o cadastro aprovado recentemente receberá as três parcelas do auxílio separadamente. Até agora já foram gastos R$ 81 bilhões com o benefício.

O prazo final de cadastramento para receber o benefício de R$ 600 do governo é até dia 03 de julho de 2020, com a ação sendo realizada pelo site da Caixa ou pelo aplicativo do auxílio. Portanto, muitas pessoas ainda estão solicitando a ajuda do governo e tantas outras estão esperando a aprovação. Em junho, novos beneficiários tiveram o auxílio emergencial autorizado e a dúvida que fica é se novo aprovado recebe três parcelas de uma só vez.

A resposta é não. Segundo o Ministério da Cidadania, as pessoas que obtiveram a aprovação do cadastro agora receberão todas as parcelas separadas, uma em cada mês que se segue. Esses beneficiários poderão sacar o dinheiro em espécie ou transferir a quantia em julho, de acordo com o calendário estipulado:

  • 6 de julho: nascidos em janeiro;
  • 7 de julho: nascidos em fevereiro;
  • 8 de julho: nascidos em março;
  • 9 de julho: nascidos em abril;
  • 10 de julho: nascidos em maio;
  • 11 de julho: nascidos em junho;
  • 13 de julho: nascidos em julho;
  • 14 de julho: nascidos em agosto;
  • 15 de julho: nascidos em setembro;
  • 16 de julho: nascidos em outubro;
  • 17 de julho: nascidos em novembro;
  • 18 de julho: nascidos em dezembro.

Aqueles que já receberam duas cotas do benefício agora aguardam a divulgação do cronograma da 3ª parcela do auxílio emergencial, previsto para ser divulgado nos próximos dias. Enquanto isso, discute-se a possibilidade de mais um ou dois meses de benefício. Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, se posicionou a favor de mais duas parcelas de R$ 600.

Contudo, Jair Bolsonaro acredita ser inviável seguir o auxílio nesse valor. O Ministério da Economia sugeriu que as novas cotas sejam de R$ 300 e revelou que já foram gastos mais de R$ 81 bilhões dos cofres públicos. Assim, já foram beneficiados cerca de 63,5 milhões de brasileiros autônomos, microempreendedores independentes, desempregados e membros de família de baixa renda.

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