BC aprova regulamento de novo serviço de transferências, o PIX

O serviço PIX vem como uma promessa para transações instantâneas e de baixo custo. Confira todos os detalhes em nossa matéria!

BC aprova regulamento de novo serviço de transferências: enquadramento fechado em mãos de pessoa mexendo em celular

O início das operações com o PIX está marcado para o dia 16 de novembro de 2020. - Foto: Unsplash

Na última quarta-feira (12/08), o Banco Central aprovou todas as normas para o novo serviço de transferências e pagamentos. O PIX havia sido anunciado em fevereiro de 2020 e, na sua apresentação, o sistema foi alcunhado como uma alternativa para substituir TED, DOC, boletos e cheques.

Além de maior praticidade pelas transações bancárias via QR Code, o PIX deve garantir que os procedimentos sejam feitos de maneira instantânea e em qualquer dia da semana. Conforme nota divulgada pelo Banco Central, o novo serviço contará com a ferramenta chamada de “PIX Agendado”. Será possível, por meio dela, agendar os pagamentos instantâneos em períodos posteriores.

“O início do cadastro de Chaves PIX (número de telefone celular, CPF, CNPJ ou e-mail), que facilitam a identificação do recebedor, se dará em 05 de outubro de 2020”, BC informou. A instituição também reafirmou ainda que o início das operações com o PIX está marcado para o dia 16 de novembro deste ano.

“O BC analisou as contribuições recebidas e promoveu ajustes, buscando aprimorar o conjunto de regras que regem o funcionamento do PIX para possibilitar a construção de um meio de pagamento eficiente, seguro, inclusivo, competitivo e capaz de acomodar os mais diversos casos de uso”, destacou.

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PIX como novo serviço de pagamentos e transferências bancárias

De acordo com o Banco Central, o serviço PIX contará com as seguintes vantagens:

  • Disponibilidade livre: as operações poderão ser feitas em qualquer dia e horário da semana;
  • Velocidade nas operações: aproximadamente 10 segundos serão necessários para finalizar a operação. O dinheiro chegará instantaneamente na conta do recebedor;
  • Conveniência para as transações: a experiência do usuário deverá ser mais simples e prática;
  • Segurança na usabilidade: as transações têm base na Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e recentes tecnologias de proteção;
  • Ambiente aberto: o PIX estará disponível para bancos, instituições financeiras, fintechs e similares;
  • Multiplicidade: serão permitidas transferências de qualquer valor entre pessoas e/ou empresas, bem como pagamentos em estabelecimentos físicos ou virtuais e recolhimentos de impostos.

De acordo com o diretor de Organização do Sistema Financeiro, João Manoel Pinho de Mello, o PIX terá baixo custo nas transações. “Hoje, as instituições pagam algo como R$ 0,07 por TED. No PIX, de cada dez transações que cruzarem pela conta de um recebedor, a instituição pagará R$ 0,01. É basicamente zero”, argumentou.

Bruno Destéfano
Redator
Nasceu no interior de Goiás e se mudou para a capital, Goiânia, no início de 2015. Seu objetivo era o de cursar Jornalismo na UFG. Desde o fim de sua graduação, já atuou como roteirista, gestor de mídias digitais, assessor de imprensa na Câmara Municipal de Goiânia, redator web, editor de textos e locutor de rádio. Escreveu dois livros, sendo um de ficção e outro de não-ficção. Também recebeu prêmios pela produção de um podcast sobre temas raciais e por seu livro-reportagem "Insurgência - Crônicas de Repressão". Atualmente, trabalha como redator web no site "Concursos no Brasil" e está participando de uma nova empresa no ramo de marketing digital.

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