Caixa não deve abrir aos sábados para pagar auxílio emergencial 2021

“Construímos calendário [do auxílio emergencial] que possa coordenar pagamento rápido do benefício e redução de aglomeração”, explicou o presidente da Caixa.

Na última quarta-feira (31/03), o presidente da Caixa confirmou que as agências bancárias não deverão abrir aos sábados para pagar as parcelas do auxílio emergencial. Pedro Guimarães disse que não será necessário ampliar o atendimento, já que o calendário de depósitos e saques foi elaborado para garantir agilidade nos pagamentos. “Construímos calendário que possa coordenar pagamento rápido do benefício e redução de aglomeração”, justificou.

Vale lembrar que, em 2020, as agências ampliaram o atendimento aos sábados para gerir os repasses. Agora, a recomendação é de usar o aplicativo da instituição bancária para movimentar as parcelas do auxílio emergencial de 2021. Para os beneficiários não inscritos no Bolsa Família, o calendário foi definido em duas etapas distintas: depósitos e, depois, saques imediatos. Esse espaçamento, para Pedro Guimarães, vai contribuir para reduzir a quantidade de pessoas nas agências.

Sobre o público que será atendido pelo auxílio emergencial

Pelas novas regras, as parcelas do auxílio emergencial só serão transferidas para as famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e total de até três salários mínimos. A nova rodada deverá ser destinada para quem recebeu as parcelas do ano passado e continuam tendo direito ao benefício. Assim, aqueles que passaram a ter direito às parcelas, como os que perderam o emprego no início de 2021, serão atendidos se sobrarem recursos após os novos pagamentos.

O governo brasileiro deverá organizar as transferências de maneira automática, com base nos cadastros antigos e nas novas regras do programa. Veja, abaixo, quem terá direito ao auxílio emergencial de 2021:

  • 28.624.776 beneficiários não inscritos no CadÚnico e já inscritos em plataformas digitais da Caixa;
  • 6.301.073 integrantes do CadÚnico;
  • 10.697.777 atendidos pelo programa Bolsa Família.

De acordo com a medida provisória de nº 1.039, o objetivo do governo é de repassar quatro parcelas com valores variáveis. Tudo vai depender das composições familiares dos beneficiários. As mães provedoras do lar (família monoparental) vão receber pagamentos de R$ 375, enquanto os que moram sozinhos terão direito às cotas de R$ 150. Já os demais beneficiários farão jus às parcelas de R$ 250.

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