Concurso IBGE: banca organizadora deve ser escolhida até dezembro

Empresas já enviaram suas candidaturas para banca organizadora do concurso IBGE, que prevê 6.500 vagas temporárias para 2021.

concurso ibge: a imagem mostra a logo do IBGE branca no fundo azul

Ainda há outras três seleções previstas. - Foto: Logo / Divulgação

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está em processo para escolher organizadora para seu próximo certame. De acordo com o órgão, as empresas interessadas já enviaram seus pedidos. Sendo assim, é possível que a banca do concurso IBGE seja definida até dezembro de 2020. Depois disso, o próximo passo é o lançamento do edital.

Segundo o instituto, se candidataram para organizar a seleção:

  • Fundação Getúlio Vargas (FGV);
  • Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade);
  • Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe);
  • Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan).

A oferta prevista para o concurso IBGE é de 6.500 vagas temporárias para profissionais que irão realizar pesquisas pelo Instituto, voltadas ao Censo Demográfico. “O IBGE está trabalhando para que o edital seja lançado até janeiro de 2021”, afirmou o órgão.

Detalhes do concurso IBGE

Os contratos terão duração de um ano, podendo haver prorrogação conforme as necessidades do instituto. As mais de 6 mil vagas autorizadas são para os cargos de:

  • Agente de Pesquisa e Mapeamento: 5.623 vagas para nível médio;
  • Supervisor de Coleta e Qualidade: 552 vagas para nível médio;
  • Agente de Pesquisa por telefone: 300 vagas para nível médio;
  • Supervisor de Pesquisa: 25 vagas para nível superior.

É provável que os candidatos sejam avaliados por meio de provas objetivas, conforme seleções anteriores. As remunerações ainda não foram definidas.

Outras seleções previstas para 2021

Além do concurso IBGE para níveis médio e superior, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2021 prevê outras três seleções do órgão. A ideia desses certames é contratar funcionários temporários que irão trabalhar no Censo. Inclusive, um desses seletivos foi lançado em 2020, mas acabou sendo suspenso por causa da pandemia de coronavírus.

O certame que está paralisado oferta 208.695 vagas para níveis médio e fundamental, divididas em dois editais, deve ser retomado no início de 2021. De acordo com o IBGE, o quantitativo das oportunidades deve ser mantido. "O que mudou foi a data de realização do Censo. O quantitativo de vagas deve permanecer o mesmo. Todos os processos seletivos previstos para a operação serão realizados no ano do Censo", afirmou o Instituto.

As vagas previstas pelo concurso IBGE para o Censo Demográfico são:

  • Agente Censitário Municipal (ACM): 5.462 vagas para nível médio com remuneração de R$ 2.558;
  • Agente Censitário Supervisor (ACS): 22.676 vagas para nível médio com remuneração de R$2.158;
  • Recenseador: 180.557 vagas para nível fundamental com remuneração que varia por região.

O outro processo seletivo IBGE que foi autorizado pelo Ministério da Economia conta com 192 vagas para as funções de Agente Censitário de Pesquisa por Telefone e Supervisor Censitário de Pesquisa e Codificação. Os aprovados irão trabalhar na cidade do Rio de Janeiro, fazendo pesquisas pelo telefone.

Já a terceira seleção deve ser lançada apenas no final de 2021, após a conclusão do Censo. A previsão é para o cargo de Codificador. "Os codificadores nos ajudam na consolidação dos dados que foram coletados na pesquisa. A expectativa de entrada [do edital] é lá para novembro, depois que o Censo já estiver concluído", disse o coordenador de RH do IBGE, Bruno Malheiros.

Vale ressaltar que a coleta de dados para o Censo Demográfico deve ser feita em torno do dia 31 de julho de 2021.

Isadora Tristão
Redatora
Nascida na cidade de Goiânia e formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás, hoje, é redatora no site "Concursos no Brasil". Anteriormente, fez parte da criação de uma revista voltada para o público feminino, a Revista Trendy, onde trabalhou como repórter e gestora de mídias digitais por dois anos. Também já escreveu para os sites “Conhecimento Científico” e “KoreaIN”. Em 2018 publicou seu livro-reportagem intitulado “Césio 137: os tons de um acidente”, sobre o acidente radiológico que aconteceu na capital goiana no final da década de 1980.

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