Concurso PF: provas podem ser aplicadas dois meses após o edital; veja

Conforme o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as provas do concurso Polícia Federal poderão ser aplicadas antes do prazo previsto no aval. Confira!

Provas do concurso Polícia Federal aplicadas dois meses após edital: enquadramento em viatura da Polícia Federal, de baixo pra cima

A corporação deverá contar com 1.500 novas vagas efetivas. - Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

As provas do concurso Polícia Federal poderão ser aplicadas dois meses após o lançamento do edital de abertura! Isso porque o Ministério da Justiça e Segurança Pública encaminhou documento para modificar os prazos previstos (na autorização oficial, consta o período de quatro meses para a realização das etapas eliminatórias). A pasta acredita que esse período pode ser encurtado pela metade.

Conforme o novo documento encaminhado pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, a Polícia Federal pretende aplicar as provas ainda em 2021. Térsio Issami também informou que o curso de formação profissional (CFP) deverá ter duração de 10 semanas para duas turmas de candidatos aprovados. Vale ressaltar, por outro lado, que as modificações ainda precisam ser analisadas e oficializadas pelo Ministério da Economia.

Sobre o concurso PF

Depois de inúmeros rumores, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou a autorização para o concurso Polícia Federal. A corporação deverá contar com 1.500 novas vagas efetivas para os cargos de: Agente, Escrivão, Delegado e Papiloscopista. Veja a distribuição:

"O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público será de até seis meses, contado a partir da publicação desta portaria [09 de dezembro de 2020]", consta no documento de autorização. Durante encerramento do curso de formação, o presidente Jair Bolsonaro havia mencionado que o edital do concurso PF já está sendo devidamente finalizado. “Estamos ultimando a confecção”, disse no início de outubro de 2020.

Além do mais, o diretor-geral do órgão, Rolando Alexandre, confirmou que vão ocorrer 500 nomeações excedentes até o ano de 2022. O quantitativo, então, deverá alcançar 2.000 oportunidades efetivas para a Polícia Federal. Essa informação foi confirmada na última segunda-feira (14/12), durante solenidade de posse dos novos delegados federais.

Etapas eliminatórias

Se o novo edital de abertura seguir as diretrizes do concurso anterior (2018), os candidatos vão ser submetidos às seguintes fases:

  • Prova objetiva;
  • Prova discursiva;
  • Exame de aptidão física;
  • Prova oral (somente para o cargo de Delegado de Polícia Federal);
  • Prova prática de digitação (somente para Escrivão de Polícia Federal);
  • Avaliação médica;
  • Avaliação psicológica; e
  • Avaliação de títulos (somente para os cargos de Delegado de Polícia Federal).

Após a classificação em todas as etapas citadas, os profissionais ainda vão ter que participar do curso de formação (CPF). Todos os procedimentos devem ficar sob a responsabilidade da Academia Nacional de Polícia.

Bruno Destéfano
Redator
Nasceu no interior de Goiás e se mudou para a capital, Goiânia, no início de 2015. Seu objetivo era o de cursar Jornalismo na UFG. Desde o fim de sua graduação, já atuou como roteirista, gestor de mídias digitais, assessor de imprensa na Câmara Municipal de Goiânia, redator web, editor de textos e locutor de rádio. Escreveu dois livros, sendo um de ficção e outro de não-ficção. Também recebeu prêmios pela produção de um podcast sobre temas raciais e por seu livro-reportagem "Insurgência - Crônicas de Repressão". Atualmente, trabalha como redator web no site "Concursos no Brasil" e está participando de uma nova empresa no ramo de marketing digital.

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