CONFIRMADO valor médio do auxílio emergencial 2021; veja os detalhes

O Ministério da Cidadania confirmou que as parcelas médias do auxílio emergencial 2021 serão de R$ 250. Orçamento já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

Na última quinta-feira (11/03), o Ministério da Cidadania confirmou que o valor médio do auxílio emergencial 2021 será de R$ 250. A pasta estará responsável pelos critérios e datas de pagamento, enquanto a Caixa deverá depositar as quantias aos beneficiários. Ao que tudo indica, serão fornecidas quatro parcelas durante o primeiro semestre de 2021.

"A Cidadania trabalha na conclusão dos detalhes da medida provisória e aguarda a tramitação da PEC na Câmara dos Deputados. Após a finalização desses processos, os pagamentos terão início o mais breve possível. O valor médio deverá ser de R$ 250, em quatro parcelas", explicou o Ministério da Cidadania.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia mencionado que o valor médio do auxílio emergencial 2021 seria R$ 250. Por outro lado, as novas parcelas poderão variar entre R$ 175 e R$ 375, dependendo das composições familiares. O texto-base da PEC Emergencial, que consta a prorrogação do programa, já foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Após a análise dos detalhes, a proposta será enviada para promulgação.

Valor do auxílio emergencial 2021

Na última segunda-feira (08/03), o ministro Paulo Guedes informou alguns detalhes sobre os valores do auxílio emergencial 2021. O chefe da pasta disse que os pagamentos serão variáveis, mas a quantia fixa será de R$ 250 por parcela. Conforme informações preliminares, a meta é disponibilizar quatro cotas a partir de abril deste ano. Ao contrário de 2020, a nova rodada deverá limitar um benefício por família.

"Esse é um valor médio [R$ 250], porque, se for uma família monoparental, dirigida por uma mulher, aí já é R$ 375. Se tiver um homem sozinho, já é R$ 175. Se for o casal, os dois, aí já são R$ 250", explicou no Palácio do Planalto. Paulo Guedes também disse que os demais detalhes serão definidos pelo Ministério da Cidadania. "Nós só fornecemos os parâmetros básicos”.

Histórico do auxílio emergencial (2020-2021)

O programa auxílio emergencial foi criado em março de 2020, com o propósito de amenizar os impactos causados pela pandemia. Desde a aprovação da proposta, o governo queria conceder somente três pagamentos de R$ 600. Foram contemplados, no ano passado, os inscritos no CadÚnico, desempregados, MEIs e trabalhadores informais.

As mães chefes de família, por sua vez, fizeram jus às parcelas dobradas, ou seja, R$ 1.200 por mês. Após pressões internas e externas, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que o programa seria estendido para mais duas parcelas (quarta e quinta cotas com o mesmo valor). A medida se mostrou insuficiente para combater as crises e desigualdades sociais ocasionadas pela COVID-19.

Pressionados pelos parlamentares, a equipe do governo elaborou estudos para que os pagamentos continuassem até dezembro de 2020. O auxílio residual, com novos critérios, acabou sendo aprovado com valor reduzido (R$ 300 mensais ou R$ 600 para mães provedoras do lar). Agora, a renovação para 2021 já está em seus estágios finais. A PEC Emergencial já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados.

Após a promulgação da proposta, serão provavelmente concedidas quatro parcelas médias de R$ 250 para os cidadãos mais necessitados. Todos os critérios de recebimento já estão sendo elaborados pelo Ministério da Cidadania. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que os pagamentos poderão serão transferidos até o mês de junho de 2021.

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