Golpe do WhatsApp rosa pode assumir controle de seu celular; entenda

Com a promessa de deixar o WhatsApp rosa, o golpe pode controlar os celulares das vítimas e roubar dados sigilosos. Saiba mais detalhes sobre o assunto.

Golpe do WhatsApp rosa: mão segurando celular. Na tela, é possível ver a logo do WhatsApp

O golpe do WhatsApp Rosa foi denunciado pelo pesquisador de segurança digital, Rajshekhar Rajaharia. - Foto: Pixabay

Atenção: criminosos voltaram a aplicar golpes online por meio de links maliciosos. Dessa vez, os ataques envolvem uma suposta nova funcionalidade para deixar o aplicativo WhatsApp na cor rosa. Foi relatado que os golpistas, nos últimos dias, passaram a enviar o vírus em grupos de conversa da plataforma. Quando as vítimas realizam o download do suposto “WhatsApp Pink”, os hackers capturam os dados e conseguem o controle total dos celulares.

Golpes parecidos já foram anteriormente aplicados, no sentido de oferecer ferramentas exclusivas que, na verdade, não existem. Por essa razão, é importante desconfiar de todo e qualquer arquivo que não estiver disponível no site oficial do WhatsApp. As atualizações da plataforma geralmente podem ser feitas nas próprias lojas virtuais de aplicativos mobile, como Google Play e App Store.

Golpe do WhatsApp Rosa rouba dados das vítimas

O golpe do WhatsApp Rosa foi denunciado pelo pesquisador de segurança digital, Rajshekhar Rajaharia. Em seu perfil no Twitter, ele explicou que os criminosos estão enviando o link malicioso em grupos do WhatsApp. A promessa é de deixar o aplicativo rosa, além de fornecer funcionalidades exclusiva. Acontece que o arquivo diz respeito a um vírus que controla os celulares e consegue dados sigilosos.

“Cuidado com o WhatsApp Pink! Um vírus está sendo espalhado em grupos do WhatsApp com um link para download de um APK [pacote de arquivos para celulares com sistema Android]”, escreveu Rajaharia em seu perfil do Twitter. “Não clique em nenhum link com o nome #WhatsAppPink. O acesso total de seu telefone será perdido”, complementou.

Em nota divulgada para o site HackRead, os desenvolvedores do WhatsApp explicaram que “qualquer pessoa pode receber uma mensagem incomum ou suspeita”. Os usuários que tocarem em links maliciosos, dessa maneira, podem ter seus celulares invadidos por cibercriminosos e suas contas do WhatsApp podem ficar corrompidas.

Bruno Destéfano
Redator
Nasceu no interior de Goiás e se mudou para a capital, Goiânia, no início de 2015. Seu objetivo era o de cursar Jornalismo na UFG. Desde o fim de sua graduação, já atuou como roteirista, gestor de mídias digitais, assessor de imprensa na Câmara Municipal de Goiânia, redator web, editor de textos e locutor de rádio. Escreveu dois livros, sendo um de ficção e outro de não-ficção. Também recebeu prêmios pela produção de um podcast sobre temas raciais e por seu livro-reportagem "Insurgência - Crônicas de Repressão". Atualmente, trabalha como redator web no site "Concursos no Brasil" e está participando de uma nova empresa no ramo de marketing digital.

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