9 golpes online mais comuns durante a pandemia

Durante o período de pandemia, diversos crimes cibernéticos tomaram grandes proporções. Confira, em nossa matéria, os golpes online mais comuns.

golpes online mais comuns durante a pandemia: enquadramento fechado em tela de computador com algoritmos e códigos de programação

Somente entre março e abril, mais de 105.000 golpes virtuais foram realizados no país. - Foto: Unsplash

Em tempos de isolamento social, as práticas criminosas ganham uma nova roupagem. A internet se tornou, com certo endurecimento da quarentena ocasionada pelo novo coronavírus, a única via de acesso para o contato com o mundo exterior. Por essa razão, golpes online começaram a ser aplicados com mais frequência.

Os hackers se aproveitam do momento de instabilidade emocional e fazem com que iscas sejam mais eficientes do que o normal. Por meio de links maliciosos ligados aos temas de interesse comum, as vítimas concedem dados para o acesso às contas de aplicativos e cartões de crédito.

Somente entre março e abril, mais de 105.000 golpes virtuais foram realizados no país. Isso representa um aumento de 86,6% nos casos corriqueiros, que acabaram preocupando os profissionais em segurança digital.

Pensando no atual contexto de crimes cibernéticos, enumeramos alguns dos golpes online mais comuns durante a pandemia. Acompanhe a matéria completa e fique por dentro de todos os tipos de crimes que estão sendo praticados no mundo virtual.

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Pandemia: golpes online mais comuns

Financiamentos, brindes e aplicativos para apurar os casos de COVID-19

  • Campanha de financiamento para a elaboração de vacina contra a COVID-19: os golpistas solicitam ajuda financeira em falsos projetos hospitalares. Eles geralmente se afirmam como profissionais do SUS ou da OMS;
  • Cartão de crédito clonado: as vítimas clicam em um link malicioso com uma suposta oferta “imperdível”. Ao entrar no site da loja, há a solicitação de dados pessoas e do cartão de crédito. Essa prática faz com que os cartões das vítimas sejam clonados;
  • Brindes da Ambev: os hackers elaboram uma página falsa do governo federal com dicas de prevenção e possibilidade de obter brindes, como álcool gel e máscaras hospitalares. A própria empresa já desmentiu o caso;
  • Aplicativos que apuram os casos de COVID-19: programas como "COVID-19 Tracker" e o "CovidLock" mudam a senha do celular da vítima, solicitando resgate em bitcoins para liberá-lo.

Código de autenticação, boletos adulterados e mensagem sobre o auxílio emergencial

Verificação pelo WhatsApp: os golpistas entram em contato com as vítimas para pedir o número de verificação do aplicativo, que faz com que o acesso seja concedido para esses criminosos. Dessa maneira, eles usam o WhatsApp como se fossem as próprias vítimas e pedem dinheiro ou informações bancárias na lista de contatos;

Mensagem sobre o auxílio emergencial: nesse golpe online, os criminosos pedem para que as vítimas acessem um link malicioso para conferir se têm ou não direito ao auxílio emergencial;

Boletos alterados: os chamados “bolware” correspondem aos golpes online mais comuns ao longo do período de pandemia. As práticas consistem em mudanças nos códigos de barras para os números criados pelos próprios criminosos. Os crimes começam quando as vítimas realizam downloads de arquivos com vírus. Esses malwares permitem a inserção dos novos códigos.

Netflix e Anatel

Acesso irrestrito à Netflix: os criminosos enviam mensagens sobre uma suposta liberação de acesso para os primeiros que se cadastrarem no site malicioso. As vítimas são levadas para um link enganoso e que “sequestra” os dados pessoais e bancários;

Internet gratuita no período de pandemia: em outra mensagem enviada por WhatsApp ou SMS, os golpistas afirmam que a Anatel está liberando 7 GB de internet para todos os brasileiros. A empresa já desmentiu a situação em um comunicado oficial.

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