Governo deve anunciar quatro grandes privatizações em até 90 dias

Paulo Guedes afirmou que “há muito valor escondido debaixo das estatais” e, por isso, grandes privatizações precisam ser feitas. Confira os detalhes!

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo federal divulgará quatro grandes privatizações em até 90 dias. "Vocês vão saber já, já. Estamos há um ano mapeando isso", disse em entrevista para a CNN no último domingo (05/07).

Ele também reconheceu que as privatizações não caminharam no ritmo desejado pela equipe econômica. Isso aconteceu porque os esforços do governo estavam focalizados em pautas como a da Reforma da Previdência e dos salários no funcionalismo público.

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Quatro grandes privatizações em até 90 dias

Ao longo das próximas semanas, o governo federal deverá anunciar os seus planos para ao menos quatro grandes privatizações. Paulo Guedes afirmou que “há muito valor escondido debaixo das estatais”, como os recursos disponíveis nas subsidiárias da Caixa Econômica Federal (CEF).

“Ali, há R$ 30 bilhões, R$ 40 bilhões ou R$ 50 bilhões em um IPO (oferta primária de ações) grande”, disse em entrevista. A pretensão, a longo prazo, é a de privatizar pelo menos 12 estatais, mas todas as mudanças devem ocorrer somente no ano de 2021.

A Eletrobras, CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), Serpro, Dataprev, Correios e Telebras podem ser oferecidas para a iniciativa privada. Para que isso aconteça, por outro lado, o governo precisará do aval do Congresso para determinadas empresas – como é o caso da Eletrobras.

Projetos para as indústrias: cenário positivo

Durante a mesma entrevista para a CNN, Paulo Guedes também mencionou os seus projetos para a indústria brasileira. Uma das propostas é a de oferecer menos encargos e subsídios para companhias em diversas áreas do país.

Os empreendedores do setor automotivo, por exemplo, terão crédito a curto prazo até o final do ano como uma forma de garantia dos investimentos realizados. Além do mais, o ministro da Economia também acredita que o novo cenário econômico será positivo para todas as indústrias brasileiras.

"Vamos para impostos mais baixos, temos juros baixos e câmbio acima de R$ 5. Isso empurra Brasil em direção a vantagem comparativa. Se conseguirmos exportar mais para a Ásia - não só a China -, o Brasil terá ‘boom’ de crescimento extraordinário nos próximos anos. E nossa indústria vai resistir melhor, porque hoje tem impostos excessivos e o clima de negócios não é próprio", argumentou.

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