Governo federal estuda pagar auxílio emergencial de R$ 200

Jornal aponta que governo federal quer pagar auxílio emergencial em 2021. Parcelas seriam de R$ 200 por mês.

Após pressão e com os índices altos de casos de COVID-19 em 2021, o governo federal estuda pagar auxílio emergencial de R$ 200. No caso, seriam pagas três parcelas, sendo uma por mês. A informação foi dada pelo jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com a publicação, os mais beneficiados na volta do auxílio emergencial em 2021 seriam os trabalhadores informais que não são inscritos no Bolsa Família. A ideia é que quem já recebe programas vinculados ao Cadastro Único já está sendo ajudado de alguma maneira.

Portanto, é preciso chegar em quem precisa de dinheiro, mas não tem todos os requisitos para fazer parte do Bolsa Família.

Novo nome e exigência de qualificação

Segundo a Folha de S. Paulo, o governo federal não quer que os pagamentos continuem sendo chamados de auxílio emergencial. Portanto, se estuda um nome para que o programa temporário seja lançado. No momento, a nomenclatura favorita seria BIP (Bônus de Inclusão Produtiva).

Além disso, outras regras, provavelmente mais rígidas, seriam incluídas para que as pessoas possam usufruir dos pagamentos de R$ 200. Entre elas, chama a atenção de que, para receber o dinheiro, o trabalhador informal deverá participar de cursos de qualificação profissional.

O objetivo é aumentar as chances do beneficiário de obter um novo emprego ao fim do pagamento do benefício ao lhe ensinar novas técnicas de trabalho. Uma das reclamações mais comuns de empregadores é de que a mão de obra no país não é qualificada suficientemente.

Por fim, é destacado que, a nova forma do auxílio emergencial traria uma grande economia, se comparada com os pagamentos de R$ 600 realizados em 2020, R$ 50 bilhões mensais. Espera-se que o governo gaste R$ 6 bilhões por mês com os valores de R$ 200.

Guedes falou sobre volta do auxílio emergencial

Nesta quinta-feira (04/02), o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre a possível volta do auxílio emergencial em 2021. Durante coletiva no ministério da Economia, o ministro salientou que é necessário ter um controle fiscal para que os pagamentos sejam efetuados. Além disso, apontou que o benefício atingiria cerca de 32 milhões de pessoas.

“O auxílio emergencial, se nós dispararmos as cláusulas necessárias, dentro de um ambiente fiscal robusto, já mais focalizado – em vez de 64 milhões, pode ser a metade disso, porque a outra metade retorna para os programas sociais já existentes – isso nós vamos nos entender rapidamente porque a situação do Brasil exige essa rapidez”, disse o ministro.

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