Governo vai permitir novo saque emergencial do FGTS e BPC antecipado

Estado de calamidade no Acre fez com que o governo federal tomasse medidas para ajudar a população local a passar pela crise.

O governo federal anunciou que vai permitir um novo saque emergencial do FGTS e que deve antecipar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Serão beneficiados os brasileiros que moram no estado do Acre que vem sofrendo com inundações e a pandemia provocada pela COVID-19.

Recentemente, o governo acreano declarou estado de calamidade pública. Mais de 130 mil pessoas foram afetadas pelas inundações, o que fez o presidente Jair Bolsonaro visitar o estado na semana passada.

Durante a passagem pelo estado, o presidente anunciou que seriam repassados R$ 450 milhões em crédito para o socorro ao Acre. Além disso, foi apontado que haveria disponibilização de 22 mil doses de vacina contra COVID-19, liberação do FGTS emergencial e antecipação do BPC.

Liberação do FGTS emergencial

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a liberação do FGTS emergencial, autorizada pelo governo federal, terá um limite de saque de R$ 6.220,00 e só poderá ser feita por pessoas que residem nos municípios acreanos afetados pelas enchentes.

Uma das previsões do saque do FGTS está relacionada com desastres naturais desde que haja oficialização de calamidade pública. Como ambos os requisitos foram cumpridos, o dinheiro será disponibilizado em até dois dias depois da solicitação do trabalhador.

A Caixa também enviará um caminhão-agência para facilitar o atendimento da população e colocará medidas especiais em empréstimos e contratos habitacionais que estejam em vigor ou que devem ser feitos por causa das enchentes.

BPC antecipado

Foi informado que o Benefício de Prestação Continuada (BPC) será antecipado para o Acre. O pagamento seria feito entre 25 de março e 08 de abril. Agora, todos os 23 mil beneficiários do estado receberão o dinheiro em 25 de março. Estima-se que os pagamentos movimentem R$ 26 milhões.

O BPC em 2021 terá o valor máximo de R$ 1.100,00 e será pago a quem é idoso (maior de 65 anos) ou for Pessoa com Deficiência (PcD) e que tenha renda de um quarto do salário mínimo por pessoa em sua família.

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