46% das mulheres que solicitaram auxílio emergencial foram aprovadas

A empresa Famivita entrevistou 7.500 mulheres que haviam solicitado o auxílio emergencial. Menos de 50% tiveram seus pedidos aprovados. Saiba mais!

De acordo com levantamento realizado pela empresa Famivita nos dias 27 e 28 de julho de 2020, o auxílio emergencial alcançou menos de 50% das mulheres que pediram os repasses. Os estudos, de abrangência nacional, denotam que apenas 46% das solicitantes conseguiram receber os benefícios de R$ 600, que poderiam aumentar para R$ 1.200 nos casos de mulheres provedoras do lar. Além do mais, apenas 57% das mães com filhos pequenos tiveram os repasses aprovados.

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Alcance do auxílio emergencial, mulheres beneficiadas e desemprego na pandemia

A empresa Famivita também levantou informações sobre o nível de desemprego em relação à população feminina, especialmente durante a crise econômica ocasionada pelo novo coronavírus. Com base nos dados apurados em mais de 7.500 entrevistas, 35% das mulheres ficaram desempregadas ao longo da pandemia, incluindo aquelas que trabalhavam informalmente. Antes do início da crise, 53% continuavam exercendo suas atividades profissionais.

O estado do Amazonas apareceu como o mais afetado dentro desse cenário, com 61% de mulheres desempregadas. Tanto o Distrito Federal quanto o Rio de Janeiro somaram 35%, enquanto São Paulo registrou a marca de 33%. Por outro lado, o estado de Santa Catarina foi o que menos sofreu impactos com demissões da população feminina (cerca de 28% das entrevistadas catarinenses disseram ter perdido o emprego na pandemia).

Jair Bolsonaro vetou PL que priorizava as mulheres chefes de família

No dia 29 de julho de 2020, o presidente Jair Bolsonaro vetou o PL que priorizava mães chefes de família no pagamento do auxílio emergencial. O texto rejeitado dava preferência às mães quando houvesse informações conflitantes no cadastro.

Em sua justificativa, Bolsonaro disse que o projeto não apresenta impacto orçamentário/financeiro e isso viola a Constituição. “Ademais, o projeto se torna inviável ante a inexistência nas ferramentas e instrumentos de processamento de dados, que geram a folha de pagamento do auxílio emergencial, de dados relacionados a quem possui efetivamente a guarda da criança”, argumentou.

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