Primeira parcela do auxílio emergencial deve ser paga depois da Páscoa

O ministro da Cidadania afirmou que os pagamentos devem começar nos dias 5 e 6 de abril para quem não é inscrito no Bolsa Família.

O cronograma do auxílio emergencial 2021 está prestes a sair com datas para o depósito da primeira parcela na primeira semana de abril, logo após o feriado de Páscoa. A informação foi confirmada pelo Ministro da Cidadania, João Roma Neto, em entrevista à rádio Salvador FM. A nova rodada irá contemplar 45,6 milhões de brasileiros que tiveram sua renda prejudicada por causa da pandemia de COVID-19.

“O calendário do pagamento nós vamos divulgar até o início da próxima semana, mas já posso antecipar que o pagamento ocorrerá a partir do início do mês de abril. Aproximadamente entre 5 e 6 de abril, nós já buscamos viabilizar o início do pagamento do auxílio emergencial”, informou Roma Neto. Segundo o ministro, os depósitos da primeira parcela para inscritos no Bolsa Família começarão no dia 16 e vão até 30 de abril de 2021. Veja a tabela:

Número final do NISDatas de pagamento
NIS 116 de abril de 2021
NIS 219 de abril de 2021
NIS 320 de abril de 2021
NIS 422 de abril de 2021
NIS 523 de abril de 2021
NIS 626 de abril de 2021
NIS 727 de abril de 2021
NIS 828 de abril de 2021
NIS 929 de abril de 2021
NIS 030 de abril de 2021

Como vai funcionar o auxílio emergencial 2021?

Os pagamentos serão feitos durante quatro meses em parcelas variáveis. Dessa forma, mães solteiras chefes de família receberão R$ 375, quem mora sozinho contará com R$ 150 e os demais beneficiários terão R$ 250. De acordo com a previsão, serão beneficiados com a primeira parcela do auxílio emergencial 2021:

  • 28.624.776 pessoas não inscritas no CadÚnico;
  • 6.301.073 integrantes do CadÚnico;
  • 10.697.777 inscritos do Bolsa Família;.

Guedes comenta sobre possível auxílio de R$ 600

O ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou sobre a possibilidade de ser pago um auxílio emergencial no mesmo valor de 2020 (R$ 600). Segundo ele, seria necessário fazer reajustes e criar contrapartidas para não extrapolar o teto de gastos, como a privatização de algumas empresas. A fala foi dada durante live sobre a pandemia de coronavírus, em que vários parlamentares participaram. 

“O estado está financeiramente quebrado, mas cheio de ativos. Vimos que é possível aumentar o valor, mas tem que ser em bases sustentáveis. Se aumentar o valor sem por outro lado ter as fontes de recursos corretas, traz a superinflação ou a inflação de dois dígitos como era antigamente. O resultado final é desemprego em massa e o imposto mais cruel sobre os mais pobres que é a inflação”, afirmou. 

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