Saiba quais são os valores extras do Bolsa Família e como obter

Bolsa Família paga valores extras em determinadas situações. Confira quais são os critérios e quem possui direito de receber repasses mais elevados.

O Bolsa Família atende cerca de 14 milhões de brasileiros. Os valores variam de acordo com a situação dos beneficiários e, em média, paga R$ 190. Portanto, confira quais são os valores extras do Bolsa Família e saiba se você tem direito.

Vale ressaltar que os repasses do Bolsa Família são feitos por meio de um calendário anual que segue o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Famílias extremamente pobres (renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa) ou pobres (R$ 89,01 e R$ 178,00 por pessoa) fazem parte do programa.

Pagamentos extras do Bolsa Família

Além dos repasses iniciais, veja as situações que promovem os pagamentos extras do Bolsa Família:

  • Gestantes (durante nove meses): R$ 41;
  • Nutrizes (crianças de até 6 anos): R$ 41
  • Crianças e adolescentes entre 0 e 15 anos: R$ 41;
  • Benefício Variável Jovem (integrantes entre 16 e 17 anos): R$ 48 (no máximo dois benefícios);
  • Superação da Extrema Pobreza (Brasil Carinhoso): valor varia de acordo com a situação financeira da família.

Com exceção do benefício para jovens, é possível acumular até cinco pagamentos extras do Bolsa Família. Por isso, dependendo da família, os valores do programa podem ultrapassar a média de R$ 190.

Quem pode receber o Bolsa Família

De acordo com a Caixa Econômica Federal, responsável por realizar os repasses, para receber o Bolsa Família é preciso:

  • Estar inscrito no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal;
  • Estar em situação de pobreza (com gestante ou crianças) ou extrema pobreza;
  • Ser selecionado pelo Ministério da Cidadania;
  • Estar em dia com a vacinação de crianças entre 0 e 7 anos;
  • Acompanhar regularmente a saúde de mulheres de 14 a 44 anos;
  • No caso de gestantes, comparecer às consultas de pré-natal, conforme determina o Ministério da Saúde;
  • Participar de atividades do ministério da Saúde sobre amamentação e alimentação (para nutrizes);
  • No caso de crianças e adolescentes (entre 6 e 15 anos), garantir frequência escolar mínima de 85%;
  • Para adolescentes (entre 16 e 17 anos), garantir frequência de, pelo menos, 75% nas escolas.

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