Agente de Pesquisa e Mapeamento

Prepare-se com questões de Agente de Pesquisa e Mapeamento

01

(IBGE- Agente de pesquisa e mapeamento-2021) - A revista The Lancet publicou no dia 14 de julho de 2020 um artigo em que apresenta novas projeções para a população mundial e para os diversos países. Os pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington (IHME, na sigla em inglês) sugerem números para a população humana do planeta em 2100 que são menores do que o cenário médio apresentado em 2019 pela Divisão de População da ONU (que é a referência maior nesta área de projeções demográficas). Segundo o artigo, o maior nível educacional das mulheres e o maior acesso aos métodos contraceptivos acelerarão a redução das taxas de fecundidade, gerando um crescimento demográfico global mais lento. Se este cenário acontecer de fato, será um motivo de comemoração, pois a redução do ritmo de crescimento demográfico não aconteceria pelo lado da mortalidade, mas sim pelo lado da natalidade e, principalmente, em decorrência do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. De modo geral, a imprensa tratou as novas projeções como uma grande novidade, dizendo que a população mundial não ultrapassará 10 bilhões de pessoas até o final do século e que, no caso do Brasil, a população apresentará uma queda de 50 milhões de pessoas na segunda metade do corrente século. Na verdade, isto não é totalmente novidade, pois a possibilidade de uma população bem abaixo de 10 bilhões de pessoas já era prevista. Diante das incertezas, normalmente, elaboram-se cenários para o futuro com amplo leque de variação. A Divisão de População da ONU, por exemplo, tem vários números para o montante de habitantes em 2100, que variam entre 7 bilhões e 16 bilhões.

A palavra “corrente” (final do quarto parágrafo) foi empregada no texto 1A2-I com o mesmo sentido de

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q61467Ca
02
O trecho reto de uma estrada mede 2 cm em um mapa representado na escala 1:100.000. No terreno, a quantos km corresponde esse trecho da estrada?
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q140Ca
03
O Brasil nunca deixou de ter pobres, eles mudaram de lugar. Até a primeira metade do século XX, a população de menor renda do país estava localizada, em sua maioria, no campo. Na atualidade, a grande concentração de população de baixa renda encontra-se:
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q577Ca
04
Dos elementos de identificação de um documento cartográfico expressos abaixo, assinale qual(is) contribui(em) para a compreensão direta do seu conteúdo:
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q582Ca
05

(IBGE- Agente de pesquisa e mapeamento-2021) - Durante a maior parte do ano, apresenta redução dos totais pluviométricos mensais e elevadas temperaturas. A variação sazonal da temperatura média não é tão expressiva, o que leva à formação de áreas em que se observa quedas térmicas pouco expressivas na situação de inverno.

O texto precedente apresenta as características do clima

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q61488Ca
06

(IBGE- Agente de pesquisa e mapeamento-2021) - Bianca precisou estimar a distância entre o ponto A — correspondente a um domicílio — e o ponto B — correspondente a um estabelecimento comercial — e, para isso, utilizou a seguinte estratégia:

I ela caminhou do ponto A até o ponto B contando os passos e contabilizou 1.280 passos entre esses dois pontos;

II em seguida, sabendo que a distância entre os pontos C e D era de 15 metros, ela caminhou do ponto C até o ponto D contando os passos e contabilizou 20 passos;

III por fim, ela utilizou uma regra de três simples para estimar a distância, em metros, entre os pontos A e B.

Com base nessas informações, considerando-se que Bianca tenha executado seus cálculos corretamente, a estimativa para a distância entre A e B por ela encontrada foi de

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q61476Ca
07
Sobre a formação histórico-territorial e regionalização brasileira, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª: Divisão Regional do Brasil (geoeconômica)

1. Centro-Sul.
2. Nordeste.
3. Amazônia.   

Características Regionais

(     ) É a maior das três regiões geoeconômicas do Brasil e a região menos povoada. A maior parte dos movimentos migratórios dos últimos anos dirige-se a ela.
(     ) É a região geoeconômica mais industrializada, povoada e urbanizada do país. Essa região é considerada o centro econômico do Brasil.
(     ) Representa a região geoeconômica de ocupação mais antiga, onde atualmente podemos encontrar inúmeras marcas da colonização, presença da agroindústria açucareira e forte influência negra na população regional. Durante três séculos, essa região foi a mais rica e povoada do país.

A sequência está correta em:
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q584Ca
08
Sobre as características da agricultura brasileira, no período colonial, é INCORRETO afirmar que:
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q592Ca
09

(IBGE- Agente de pesquisa e mapeamento-2021)- Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Infere-se do texto 1A1-I que 

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q61455Ca
10

(IBGE- Agente de pesquisa e mapeamento-2021) - Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Assinale a opção em que o termo apresentado tem a mesma função sintática que “A vila de minha infância” (quinto parágrafo do texto 1A1-I).

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q61462Ca

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