Concurso ANM 2021: provas adiadas para maio

Concurso ANM (Agência Nacional de Mineração) oferta 40 vagas imediatas para contratação temporárias. A seleção conta com reuneração até R$ 8,3 MIL

Concurso ANM: imagem de uma mineração a céu aberto

Veja todos os detalhes no edital. - Foto: Pixabay

O concurso ANM (Agência Nacional de Mineração) adiou suas provas por causa da pandemia de COVID-19. De acordo com comunicado oficial, as avaliações acontecerão, agora, no dia 16 de maio de 2021.

A seleção oferece 40 vagas imediatas para profissionais de nível superior com contratação temporária. O concurso ANM está sendo organizado pelo Cebraspe e terá lotação em capitais de quatro estados, bem como no Distrito Federal. 

Além desta oferta, ainda é esperado que outras 150 vagas sejam autorizadas em 2021.

Concurso ANM: detalhes sobre as vagas

Todas as oportunidades ofertadas no concurso ANM 2021 são para o cargo de Técnico em Segurança de Barragens que conta com remuneração de R$ 8.300,00 para jornadas de 35 horas semanais de trabalho.

Os candidatos precisam ter graduação completa em uma das áreas abaixo:

  • Geologia;
  • Engenharia Geológica;
  • Engenharia de Minas;
  • Engenharia Civil;
  • Engenharia Ambiental; ou
  • Engenharia Florestal.

O concurso ANM 2021 pede também que os candidatos possuam experiência de mais de cinco anos ou título de mestrado/doutorado na área de formação.

As lotações estão divididas da seguinte maneira:

Vale ressaltar que as vagas para pessoas com deficiência e candidatos negros já estão previstas no total ofertado pelo concurso Agência Nacional de Mineração.

Concurso ANM: inscrições

O período para se inscrever no concurso ANM ficou aberto das 10h do dia 01 às 18h do dia 12 de fevereiro de 2021. Os interessados tiveram que acessar o site do Cebraspe e preencher o formulário online, definindo em qual cidade pretendiam trabalhar.

Também foi necessário efetuar o pagamento de boleto no valor de R$ 102,00. A isenção de taxa foi concedida a doadores de medula óssea ou candidatos registrados no CadÚnico.

Quais são as etapas do concurso ANM?

Inscritos no concurso da Agência Nacional de Mineração serão avaliados por prova escrita com duração de cinco horas e estava prevista para acontecer no dia 21 de março de 2021.

Contudo, a avaliação foi adiada por causa da pandemia de COVID-19. De acordo com comunicado oficial, a prova acontecerá no dia 16 de maio de 2021. Confira mais informações e atualizações no site da banca organizadora, Cebraspe.

A prova escrita será dividida em duas modalidades:

  • Prova objetiva composta por 100 questões de CERTO e ERRADO acerca de conhecimentos básicos e específicos. É importante saber que cada acerto vale um ponto. Contudo, cada resposta errada anula uma certa;
  • Prova discursiva, valendo 20 pontos. Os candidatos deverão escrever uma redação de até 60 linhas baseada nos conteúdos de conhecimento específico. 

O concurso ANM ainda contará com prova de títulos, cuja pontuação será dada por:

  • Doutorado na área de Geotecnia e/ou Segurança de Barragens e/ou Hidrologia: 4,8 pontos;
  • Mestrado na área de Geotecnia e/ou Segurança de Barragens e/ou Hidrologia: 2,4 pontos;
  • Especialização na área de Geotecnia e/ou Segurança de Barragens e/ou Hidrologia: 1,2 pontos, até 2,4 pontos;
  • Experiência profissional na área de Geotecnia e/ou Segurança de Barragens e/ou Hidrologia: 1,3 pontos por ano trabalhado, somando até 10,4 pontos;

O que estudar para o concurso ANM?

Confira abaixo o que estudar nas questões de Conhecimentos Básicos e realize um de nossos inúmeros simulados:

  • Língua Portuguesa;
  • Língua Inglesa
  • Noções de Direito Constitucional;
  • Noções de Direito Administrativo;
  • Ética no Serviço Público.

Edital do concurso ANM e mais informações

O edital completo já está disponível na edição do dia 27/01/2021 do Diário Oficial da União, a partir da página 78 da seção 3 e também na página do Cebraspe.

O concurso ANM terá validade de dois anos, a partir da divulgação do resultado final. Poderá haver prorrogação, dependendo das necessidades do órgão.

O último concurso ANM (2009)

No final de 2009 e início de 2010, a empresa Instituto Movens realizou o concurso ANM com 256 vagas imediatas destinadas a profissionais de níveis médio, técnico e superior. 

Na época, o órgão ainda se chamava Departamento Nacional de Produção Mineral (concurso DNPM) e a remuneração ofertada variou entre R$ 2.219,35 a R$ 8.267,46.

As vagas de nível superior foram para Analista Administrativo nas seguintes áreas:

  • Gestão Institucional;
  • Biblioteconomia;
  • Contabilidade;
  • Direito;
  • Gestão de Pessoas;
  • Manutenção Predial;
  • Especialista em Recursos Minerais (Auditoria Externa);
  • Desenvolvimento e Economia Mineral;
  • Engenharia de Minas;
  • Geologia;
  • Geologia e Mineração;
  • Tecnologia da Informação Mineral.

As oportunidades de nível médio/técnico se destinaram ao cargo de Técnico Administrativo. Confira para que áreas foram essas vagas:

  • Administrativo;
  • Contabilidade;
  • Técnico de Mineração (Agrimensura e Topografia);
  • Geologia;
  • Mineração;
  • Manutenção de Banco de Dados.

Para participar do concurso, os candidatos tiveram que arcar com o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 37,00 para os cargos de níveis médio/técnico e de R$ 65,00 para os cargos de nível superior. Em alguns casos, foi possível solicitar a isenção da taxa de inscrição.

Sobre o órgão

A AMN - Agência Nacional de Mineração foi criada em 2017 substituindo o Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM e é uma autarquia federal vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com sede em Brasília.

O órgão tem como função planejar a exploração mineral e encontrar formas de melhor aproveitamento dos recursos minerais, além de controlar e fiscalizar as atividades de mineração em todo o território nacional.

Isadora Tristão
Redatora
Nascida na cidade de Goiânia e formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás, hoje, é redatora no site "Concursos no Brasil". Anteriormente, fez parte da criação de uma revista voltada para o público feminino, a Revista Trendy, onde trabalhou como repórter e gestora de mídias digitais por dois anos. Também já escreveu para os sites “Conhecimento Científico” e “KoreaIN”. Em 2018 publicou seu livro-reportagem intitulado “Césio 137: os tons de um acidente”, sobre o acidente radiológico que aconteceu na capital goiana no final da década de 1980.

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