Concursos para economistas - qual é mais vantajoso fazer?

Tem sido grande a procura dos estudantes de economia e dos profissionais já formados por concursos públicos, especialmente os da esfera federal.

Os economistas muitas vezes ainda são confundidos com administradores, principalmente na iniciativa privada. Mas a verdade é que esses profissionais possuem uma metodologia de trabalho totalmente diferente daquela adotada pelos administradores, ou mesmo dos contadores.  Em meio a todo esse cenário de autoafirmação profissional - que é bem característico de muitas outras carreiras - tem sido grande a procura dos estudantes de economia e dos profissionais já formados por concursos públicos, especialmente os da esfera federal.

Saiba mais sobre concursos abertos para Economistas e Contadores

Estudante de economia do 10º semestre - portanto, um formando - Rafael Fernando Santos estuda em uma sala onde 70% dos alunos pretender fazer concursos federais, principalmente para auditor fiscal e para certames voltados para instituições financeiras/bancárias como Banco Central e Casa da Moeda. O estímulo para prosseguir lutando por essa aprovação vem da combinação entre vida acadêmica e a rotina intensiva de estudos nos cursinhos preparatórios. "Os mais aplicados alunos do curso de economia possuem conhecimento profundo sobre questões econômicas, o que é um grande diferencial diante de candidatos que apenas contam com o cursinho para tirar as suas dúvidas e aprender sobre o conteúdo", completa Rafael.

Não há dúvidas de que o setor público acabará mesmo absorvendo os economistas, embora somente uma pequena parcela do contingente de profissionais. Diferentemente de outras profissões, cujas vagas no setor público costumam ser expressivas (tais como professores, assistentes administrativos ou enfermeiros), no caso dos economistas a oferta de vagas não costuma ser numerosa. Exemplos recentes são de pelo menos três concursos que estão abertos neste momento: nas Prefeituras de Boa Vista (duas vagas, salário de R$ 920) e Santana do Ipanema (uma vaga, salário de R$ 1.500), além da SEGER - Espírito Santo (cinco vagas e salário de R$ 3.687,00). Esses exemplos deixam claro que os economistas também passam por um problema vivido por outros tantos profissionais: a discrepância salarial é bastante acentuada no país. Para se ter uma ideia, no certame da Secretaria de Administração do Estado do Tocantins, aberto em meados deste ano, foram disponibilizadas 49 vagas para economistas, com salário inicial de R$ 4.483,00.

Mas os concurseiros economistas estão otimistas, ainda mais com a previsão de lançamento do edital para o concurso do Banco Central em 2013, que deverá oferecer dezenas de vagas para economistas, sendo os salários iniciais entre R$ 5,2 e R$ 13,2 mil. Há também expectativas de que órgãos como Petrobras também não demorem muito para abrir concursos com vagas para economistas. Claro que em todas essas seleções, a concorrência deverá ser acirrada, mas como bem lembrou o graduando Rafael, um bom estudante de economia tem tudo para estar bem à frente dos seus concorrentes por ter base aprofundada sobre temas específicos.

O estudante ainda salienta que o foco, ao menos para boa parte dos economistas, é fazer mesmo concursos de nível federal por dar mais liberdade de transferência para outro lugares que possam inclusive fornecer melhores perspectivas salariais. No entanto, nada compensa mais do que trabalhar na própria área, pois é satisfatório se poder aplicar boa parte dos conhecimentos adquiridos nos anos de formação, além de poder sempre estar aprendendo mais. "Esta é a grande vantagem de se empenhar em concursos para economistas", enfatizou Rafael.

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